ADN questiona aplicação de 12 milhões para idosos
O ADN Madeira quer esclarecimentos sobre a aplicação dos 12 milhões de euros de financiamento europeu destinados ao envelhecimento activo, nomeadamente quanto à contratação de profissionais, condições de trabalho e reforço dos cuidados domiciliários.
Mara Faria, membro da coordenação regional do partido, considera que o investimento deve traduzir-se em respostas concretas para idosos, trabalhadores e famílias.
"Não basta anunciar milhões para cuidar das pessoas. É preciso saber quem vai prestar esses cuidados, em que condições e quantas famílias terão efectivamente uma resposta", afirma.
O aviso do programa Madeira 2030, publicado a 22 de Outubro, prevê financiamento do Fundo Social Europeu Mais para serviços de proximidade e apoio domiciliário, com candidaturas até 4 de Novembro.
O partido recorda as recentes reivindicações dos trabalhadores das instituições de solidariedade social, que denunciam baixos salários e falta de pessoal.
O ADN exige ainda informação sobre a cobertura territorial dos apoios, incluindo o Porto Santo, e medidas destinadas aos cuidadores informais.