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SATA ajusta operações aéreas para minimizar constragimentos

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O grupo SATA indicou hoje que estão a ser feitos "ajustamentos" na operação das suas companhias aéreas para reduzir os constrangimentos para os passageiros com as viagens programadas para o dia da greve geral, em 03 de junho.

Em comunicado enviado à agência Lusa, a empresa refere que as companhias SATA Air Açores (responsável pelas ligações interilhas) e Azores Airlines (que assegura as ligações para o exterior do arquipélago), estão a "reorganizar a sua operação de forma preventiva, procurando reduzir ao mínimo a ocorrência de cancelamentos de última hora e de atrasos significativos, por forma a assegurar maior previsibilidade e fiabilidade na realização dos voos".

Paralelamente, o grupo SATA recomenda que, sempre que possível, por parte dos passageiros, seja considerada a alteração das reservas para datas anteriores ou posteriores ao período da greve, uma possibilidade disponibilizada sem aplicação de penalidades ou diferenças tarifárias.

Os passageiros que optem por esta solução poderão alterar a viagem para datas compreendidas entre 01 e 07 de junho, em voos operados pelas duas companhias aéreas, "devendo, para o efeito, contactar o respetivo agente emissor".

Adicionalmente, o grupo recomenda que os passageiros privilegiem o transporte de bagagem em cabine (dentro dos limites permitidos), efetuem o 'check-in' 'online' através do site da Azores Airlines e antecipem a chegada ao aeroporto.

O grupo SATA apela, ainda, à compreensão dos passageiros tendo em conta as circunstâncias às quais é alheio, estando a "desenvolver todos os esforços" para minimizar os transtornos que a situação possa vir a causar.

A greve geral de dia 03 de junho contra o pacote laboral foi convocada pela central sindical CGTP, mas, ao contrário do que se verificou em 11 de dezembro do ano passado, a UGT não se associou ao protesto dos trabalhadores.

O Governo aprovou em Conselho de Ministros a proposta de lei de revisão da lei laboral, que será discutida no parlamento.

O anúncio foi transmitido pela ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Rosário Palma Ramalho, em conferência de imprensa, uma semana depois de o Governo ter dado por terminadas as negociações sobre as alterações à legislação laboral sem acordo na Concertação Social.