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Assembleia Legislativa Madeira

Proposta do PSD para sistema de alertas levanta várias questões

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Victor Freitas (PS) quis saber se o sistema de alerta será em português e inglês ou somente numa língua. O deputado perguntou também se a protecção civil regional terá autonomia técnica para enviar os alertas ou se isso dependerá do continente.

Patrícia Spinola (JPP) pegou na questão do não aumento da despesa pública, afirmada pelo PSD e questionou como é que isso se compagina com a tecnologia de ponta que alegadamente vai ser usada.

Alfredo Gouveia (JPP) trouxe a queda de pedras, no Porto Moniz, ao debate.

Na resposta, Joana Silva ao PS respondeu que a aplicação será bilingue, se isso fizer sentido, e que haverá autonomia regional, relativamente ao sistema nacional.

Ao JPP disse que o diploma não é para monitorização de risco.

Sílvia Silva (PS) também questionou a demora de sete anos, na chegada do diploma à Madeira e lamentou que a proposta do PSD se limite “à copia”. A deputada disse que as operadoras alertam para limitações técnicas que impedem o alerta em tempo útil.

Gonçalo Maia Camelo subscreveu a crítica de que o diploma nada adapta, copia o nacional. O deputado questionou o que vai o documento mudar na vida das pessoas, nada.

Hugo Nunes (Chega) retomou a pergunta de Patrícia Spínola sobre o não custo acrescido da implementação do sistema de alerta. Quermos saber o custo ao cêntimo.

Joana Silva estranhou a preocupação de “todos” com o investimento num sistema de prevenção e vincou o enquadramento legal que permite à Protecção Civil fazer os alertas.