Madeira

Olavo Câmara questiona Ministro da Defesa sobre reforço de meios na Madeira

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Tendo em conta o aumento exponencial de casos no arquipélago, o deputado eleito pelo PS-M questionou o ministro da Defesa Nacional, sobre a necessidade de reforçar os meios e investimento das forças armadas na região para auxiliar as populações caso seja preciso.

Olavo Câmara interveio durante a audição ao ministro Gomes Cravinho na Assembleia da República, a propósito da discussão na especialidade do OE 2021.

Começou assim por dizer que “a Madeira é uma região que devido a sua localização e orografia está muito vulnerável aos desastres naturais”, dessa feita, “as forças armadas, nas suas diversas valências, têm tido um papel fundamental no auxílio à população”.

O jovem deputado madeirense deixou ainda a sugestão de reforçar os meios de fiscalização do mar, em particular com a alocação de mais meios marítimos à região, a modernização das infraestruturas de apoio às embarcações e a adaptação de portos do arquipélago para aumentar a capacidade de resposta operacional.

“Não seria estratégico planear e executar um maior reforço de meios para fiscalizar o nosso mar, em particular, alocar mais meios marítimos na Região Autónoma da Madeira e modernizar as instalações que serve de apoio as embarcações, como o cais no porto do funchal ou adaptar outros portos da região, como o do Porto Moniz, na costa norte da madeira, no sentido de receber as embarcações da marinha, criando uma nova valência nesses portos e dando uma maior capacidade de resposta operacional, em particular no lado norte da ilha da Madeira”, perguntou.

Um reforço da capacidade instalada que permita dar resposta ao alargamento da plataforma continental, cimentar a posição nacional do que toca à questão das ilhas selvagens e responder à nova dinâmica de gestão partilhada do mar entre o Estado Português e as Regiões Autónomas.

“Em que ponto de situação está a implementação, na madeira, no pico do Areeiro, dos dois telescópios, para fazer parte da rede de monitorização e identificação de lixo espacial, precisamente um investimento do ministério da defesa nacional que releva a importância geoestratégica que a Região tem e poderá a vir a ter ainda mais no futuro, no sentido de captar investimento militar, científico e económico para a nossa região”, questionou ainda. 

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