Assuntos diversos

No DN de 16 de Maio, páginas 26 e 27, com o título em parangona, com as letras maiúsculas: “Acaba por não sentir nada”, estando em destaque na página 26 a foto da Dra. Psicóloga Ema Sousa, bem como, em letras maiúsculas, o seguinte: “Os riscos do burnout são progressivos e potencialmente graves”; estando a seguir: “No Dia do Trabalhador, celebrado no primeiro dia de Maio, a Ordem dos Psicólogos Portugueses deu a conhecer que o ‘burnout’ é um dos riscos psicossociais que mais afecta as organizações, atingindo mais de 40 milhões de trabalhadores em toda a União Europeia”, sendo ainda “responsável por 50% a 60% do absentismo laboral nas empresas”; estando à ilharga da foto, em tipo negrito: “A psicóloga afirmou que muitas vezes as pessoas só procuram ajuda no limite, o que pode levar a consequências irreversíveis”.

A ilustre psicóloga, Sra. Dra. Ema Sousa, faz bem em alertar para os efeitos malignos do ‘burnout’; mas a sociedade humana não está educada e instruída para ter uma vida saudável e feliz.

É indispensável, para que as pessoas sejam saudáveis e alegres, uma boa educação, boa instrução e boa alimentação, porque uma pessoa mal alimentada não pode ter boa saúde nem motivação.

No mesmo DN, página 28, com o título: “O Porto Santo para além do Verão”, artigo do Sr. Presidente da Câmara da cidade do Porto Santo, Nuno Batista; estando nos dois últimos parágrafos: “O Porto Santo sempre foi uma terra de gente resiliente. E será precisamente essa capacidade de resistência, de união e de orgulho na nossa terra que continuará a definir o nosso caminho.

Porque há um Porto Santo para além do Verão. E é esse que merece continuar a crescer e a ser visto de forma diferente”.

Eu, José Fagundes, confirmo que a Ilha do Porto Santo não é só a sua magnífica praia de areia; porque quem percorre a Ilha do Porto Santo e as suas ilhotas é que pode afirmar que tem belezas naturais únicas.

No DN de 21 do corrente mês, página 27, com o título: “Produtividade e rendimentos dos trabalhadores portugueses”, artigo do ilustre Professor Catedrático (Aposentado), Doutor Pedro Telhado Pereira; estando no princípio, em letras maiúsculas: “O mais difícil é compreender porque é que os salários são cerca de 35 a 38% inferiores aos da média europeia”; estando no ponto 2: “Os trabalhadores portugueses, quando emigram, tornam-se tão produtivos (ou até mais) do que os trabalhadores nos países de destino com produtividade das mais elevadas da Europa”.

O Sr. Dr. Pedro Telhado Pereira chama-nos à atenção para a realidade do que se passa no Arquipélago da Madeira, visto os baixos salários pagos aos trabalhadores madeirenses não serem suficientes para terem uma vida saudável e feliz; havendo a necessidade de emigrarem para outros países, que lhes darão melhores condições de vida e de viverem felizes. São dezenas de milhares de madeirenses que deixaram a sua terra natal para irem viver e trabalhar para outros países, que lhes dão melhores condições de vida.

No DN de 22, do mesmo mês, página 26, com o título: “Reforma a Madeira”, artigo do Sr. Diogo Martinho Henriques, estando a seguir ao último parágrafo: “Um dos problemas estruturais mais ignorados é a dívida pública regional, actualmente próxima dos 5 mil milhões de euros. Desde 2015, pouco mudou em termos estruturais. Sem disciplina orçamental, não há liberdade para projectar o futuro. É necessário reduzir pelo menos 20% da dívida numa legislatura, com défice estrutural zero, amortização consistente e auditoria independente”.

O Senhor Diogo Martinho Henriques faz bem em alertar para a nossa realidade actual, mas no tempo do Dr. Alberto João Jardim a situação era mais grave, visto que a dívida regional estava à volta dos 7 mil milhões de euros.

Note-se que todo o consumidor, na Região Autónoma da Madeira, está a pagar o imposto do IVA a mais, nos vários escalões, para ser paga a dívida fabulosa que o antigo Presidente do Governo Regional nos deixou.

Por conseguinte, todo o consumidor na Região Autónoma da Madeira, seja madeirense, português, europeu ou estrangeiro, está a pagar o imposto do IVA a mais para ser paga a fabulosa dívida deixada pelo Dr. Alberto João Cardoso Jardim.

José Fagundes