Segure tudo que não é demais...!
Toda a segurança, seja de pessoas, seja de coisas ou seja do que for, nunca tem limites, ... e tem de ser sempre acima do necessário e suficiente, para evitar os riscos e impedir qualquer tipo de acidentes. Qualquer “analfabeto” percebe tudo isto! Uma destas semanas, falou-se de um lobo marinho, na costa sul da nossa cidade-capital, que terá atacado duas pessoas, dois nadadores curiosos, que provavelmente se aproximaram demais do animal.
Quando se deve saber, que todos os animais - que têm o seu “habitat” próprio - só se manifestam reactivos ou agressivos contra terceiros, quando se sentem desprotegidos ou supostamente ameaçados. A segurança nas praias, requer conhecimentos das pessoas que as frequentam. Como a segurança nas florestas, requer os conhecimentos suficientes dos seus utilizadores, daquilo que podem encontrar e do que devem evitar, ... para além da escolha adequada da roupa e do calçado! Nas Ilhas Desertas, existem aracnóides, que podem conter veneno, o qual pode ser perigoso e assim, é um risco tremendo, querer fazer uma “selfie” com este “inofensivo” animalzinho em cima do nariz! No que respeita á vida animal, a nossa actuação nesses ambientes, será sempre de conhecer para onde vamos e aquilo que lá vamos fazer. Se vamos para um local desconhecido, por exemplo, fazer um “safari” em terras africanas, podemos encontrar mil e umas situações com animais, muitos deles predadores. Uma viagem desta natureza obriga necessariamente a uma preparação antecipada, com um “breefing” explicativo e com certeza um “brainstorming”, para não deixar escapar nenhum detalhe, relativo á nossa segurança. Como antes referido, nós estamos a contactar com “habitats” próprios, onde os seus “residentes” podem não admitir interferências, daí estarmos preparados para um qualquer conflito, numa destas circunstâncias.
Agora só falta mesmo falar da segurança pública, onde não será fácil de perceber, onde começa e onde acaba! Começando por aqueles “objectos voadores não identificados”, mas diferentes dos “ovnis”, que circulam a altas velocidades nos nossos passeios públicos - que em breve poderão ser adquiridos nos grandes supermercados - conhecidos como “trotinetes”, que são um risco permanente, incontrolável, inesperado - podendo atingir 100 km/hora - com uma probabilidade de acidentes com consequências imprevisíveis. Estes objectos voadores, com os quais nos encontramos diariamente, passam totalmente ao controlo de quem os devia controlar, provocando uma instabilidade inadmissível nos nossos passeios públicos. Outros objectos voadores, altamente motorizados com duas rodas, que se deslocam nas nossas vias rápidas, em velocidades por vezes duplas ou triplas do permitido ou aconselhado, também passam incólumes ao controlo da nossa segurança pública. Sempre pensei que o C.E. (Código de Estrada) era para todos - até para os peões que atravessam as ruas - mas afinal este código, que é até motivo de um teste-exame escrito, não vale nada e é um verdadeiro “bluff”, passando ao lado da qualidade e da segurança nos nossos meios de deslocação territorial. Por tudo isto, alguém tem de trabalhar para conseguir inverter este “charco de insegurança”! Não estamos propriamente a circular ou a nos divertir na Euro-Disney! Estamos na nossa terra, no nosso espaço público, agora bastante distorcido e desfigurado!
Todos temos de fazer o nosso melhor esforço, para inverter estas anormalidades!
P.S. 1 O país todo ficou muito preocupado com a história dum tal atrelado! Quando afinal, a dura realidade é a de que os “atrelados”, sempre foram um problema peculiar, um apanágio de todos os lusitanos!
P.S. 2 Um maço de tabaco “Marlboro” custa 25,5 libras, na Irlanda ... da U.E. !! Alguém me explica esta disparidade nos preços?