Última fase do concurso do novo Hospital da Madeira sem propostas
O concurso para a 3.ª e última fase do Hospital Central e Universitário da Madeira terminou sem propostas. A informação foi veiculada há instantes pela Secretaria Regional de Equipamentos e Infraestruturas, que indica que nenhum dos cinco agrupamentos convidados apresentou proposta para esta fase de "infraestruturas gerais, acabamentos e instalações técnicas".
"Nesta sequência, a Secretaria Regional esclarece que já está a analisar os motivos invocados pelos concorrentes para a não submissão de propostas de forma a definir os termos em que deverá ser lançado um novo procedimento", explica a tutela.
No concurso limitado por prévia qualificação para esta empreitada, em Fevereiro de 2026, tinham sido apurados cinco agrupamentos, que passaram à fase final do procedimento, tendo estes sido convidados a apresentar propostas.
Os convidados foram os agrupamentos:
- Tecnovia Madeira, Sociedade de Empreitadas SA; AFAVIAS - Engenharia e Construções, S.A; HCI - Construções, S.A.
- ETERMAR - ENGENHARIA, S.A.; CASAIS - Engenharia e Construção, S.A.
- Teixeira Duarte - Engenharia e Construções, S.A.; TDGI Tecnologia de Gestão de Imóveis, S.A.; EPOS - Empresa Portuguesa de Obras Subterrâneas S.A.
- MOTA-ENGIL, ENGENHARIA E CONSTRUÇAO, S.A.; CAPSFIL - Carlos Augusto Pinto Dos Santos & Filhos, SA
- ACA - Alberto Couto Alves, S. A.; RIM - Engenharia e Construções, SA; OMATAPALO - ENGENHARIA E CONSTRUÇÃO S.A.
"No passado mês de abril, a Secretaria Regional de Equipamentos e Infraestruturas decidiu prorrogar o prazo fixado para a apresentação das mesmas. Esta decisão foi tomada na sequência dos sucessivos pedidos de esclarecimento apresentados pelos agrupamentos concorrentes, conforme definido no Código dos Contratos Públicos", afirma. Esta terceira fase da empreitada tinha um preço base de 265 milhões de euros e abrange as infraestruturas gerais, acabamentos e instalações técnicas da futura unidade hospitalar.