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Madeira

Associação de Reformados pede aumento intercalar imediato das pensões

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A Associação de Reformados, Pensionistas e Idosos da Região Autónoma da Madeira (ARPIRAM) exige o aumento intercalar imediato das pensões, um travão ao aumento dos preços dos bens e serviços essenciais; a defesa do Serviço Regional de Saúde e a gratuitidade dos medicamentos; a universalização de uma rede pública de lares; maior apoio domiciliário e mais centros de dia.

As reivindicações surgem na data em que se assinala o Dia de indignação e protesto, que está a mobilizar  o movimento associativo dos reformados, pensionistas e idosos em todo o País. A ARPIRAM afirma que a situação agrava-se na Madeira "onde os custos da insularidade pesam especialmente para as populações mais vulneráveis, fazem-se sentir os problemas decorrentes do aumento do custo de vida".

"Em Portugal, entre as razões para o protesto estão as baixas reformas e pensões, o aumento dos preços dos bens e serviços essenciais, o número dos que não têm médico de família e dos que não têm rendimento para aceder a um lar. A juntar a isto, para a maioria, as reformas não chegam até ao final do mês, fruto da escalada de aumentos dos preços, que impede muitos reformados de terem uma alimentação minimamente equilibrada e fazendo com que muitos reformados sejam obrigados a poupar nos gastos com a bilha do gás e a energia e, em muitas outras situações, sendo impelidos a cortar nos medicamentos", explica em nota à imprensa.

Segundo a associação, estas são "justas reivindicações" que na Região Autónoma são colocadas aos governantes e que dão pleno fundamento a este “Dia de indignação e protesto”.