Greve encerrou 17 escolas e regista adesão de 62% entre assistentes operacionais
Dados actualizados da Secretaria Regional de Educação apontam para uma adesão de 62% à greve, incluindo já os turnos da manhã e da tarde
A greve de dois dias iniciada hoje pelas técnicas de apoio à infância registou uma adesão de 62%, de acordo com os dados actualizados da Secretaria Regional de Educação, Ciência e Tecnologia, que já incluem os números relativos aos turnos da manhã e da tarde.
Durante a manhã, Elsa Fernandes, tinha indicado uma adesão na ordem dos 60%, referindo, na altura, que ainda não dispunha dos dados referentes ao período da tarde. Já o Sindicato dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais do Sul e Regiões Autónomas (STFPSSRA) apontava, esta manhã, para uma adesão de 95%.
Secretaria fala numa adesão à greve de 60% das técnicas de apoio à infância
A greve de dois dias que hoje se iniciou por parte das técnicas de apoio à infância teve uma adesão na ordem dos 60%, de acordo com os dados recolhidos pela Secretaria Regional de Educação, Ciência e Tecnologia. A governante dizia não dispor, na ocasião, dos números referentes ao período da tarde. O Sindicato dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais do Sul e Regiões Autónomas (STFPSSRA) apontava, esta manhã, para uma adesão de 95%.
A nota enviada pela tutela menciona que a paralisação obrigou ao encerramento de 16 estabelecimentos de ensino durante a manhã. Entre as escolas afectadas estiveram as EB1/PE da Ladeira, Santo Amaro, Ajuda, Areeiro e Lombada, São Martinho, Achada, Cruz de Carvalho, Ilhéus, Eleutério de Aguiar, Eng.º Luís Santos Costa, Maroços e Santo António da Serra, Tábua, Assomada, Figueirinhas, bem como as escolas Bartolomeu Perestrelo e Porto da Cruz.
No turno da tarde, o número de escolas encerradas aumentou para 17, juntando-se à lista a EB1/PE do Caniço e a EB1/PE/Creche de Água de Pena. A Secretaria Regional refere ainda que outras 13 escolas registaram constrangimentos, mantendo-se parcialmente afectadas pela greve.
A paralisação incidiu sobre os trabalhadores não docentes e teve impacto no funcionamento de vários estabelecimentos de ensino da Região, obrigando ao encerramento total ou parcial de escolas devido à insuficiência de pessoal para assegurar os serviços essenciais.