Chega exige solução urgente para fecho de casas de banho e balneários na praia da Ribeira Brava
O autarca do Chega na Assembleia de Freguesia da Ribeira Brava, Roberto Gonçalves, veio hoje a público denunciar o encerramento das instalações sanitárias e dos balneários da praia local em plena época balnear. O eleito considera a situação inadmissível, alertando para os impactos negativos junto de centenas de residentes e turistas, bem como no arranque das Atividades de Tempos Livres (ATL) destinados a dezenas de crianças.
"Não podemos continuar a promover a Ribeira Brava como um destino turístico de excelência quando falhamos em garantir condições mínimas a quem nos visita e aos próprios ribeira-bravenses. A ausência de casas de banho e balneários numa praia pública é algo que não pode ser encarado com normalidade", afirma.
Roberto Gonçalves questiona directamente a segurança e dignidade das crianças dos ATL: "É legítimo perguntar se existem condições para receber os ATL sem instalações sanitárias e balneários operacionais. As famílias têm o direito de saber que medidas estão a ser tomadas para garantir o bem-estar das crianças que irão frequentar estas actividades".
Apesar de a gestão do espaço pertencer à Sociedade de Desenvolvimento Ponta do Oeste, o Chega defende que a autarquia não se pode desresponsabilizar. "A Câmara Municipal não pode limitar-se a dizer que a responsabilidade é de outra entidade. Tem o dever de intervir, pressionar e exigir uma solução urgente. Os cidadãos não querem desculpas nem jogos de empurra entre instituições, querem respostas concretas".
Defende que a actual situação traduz uma falha grave na gestão municipal. "É inadmissível que, em pleno Verão, uma das principais zonas balneares do concelho esteja privada de instalações sanitárias e balneários funcionais. Esta situação demonstra falta de coordenação, falta de planeamento e desrespeito por quem vive e visita a Ribeira Brava".
Roberto Gonçalves conclui com um apelo urgente a ambas as entidades para que colaborem na reabertura imediata das infra-estruturas. “Os ribeira-bravenses não podem ser tratados como cidadãos de segunda. Quem escolhe a nossa praia merece encontrar condições de higiene, conforto e dignidade compatíveis com aquilo que a Ribeira Brava ambiciona ser.”