Vários voos divergidos devido ao vento forte
Ligações aéreas provenientes de Lisboa, Porto, Ponta Delgada, Paris, Estocolmo e Amsterdão não conseguiram aterrar na pista madeirense
A instabilidade provocada pelo vento forte continua a marcar a operação desta tarde no Aeroporto Internacional da Madeira, obrigando a novas divergências e mantendo várias aeronaves em espera prolongada no espaço aéreo da Região, sem condições para concluir a aterragem em segurança.
Os dados apresentados pelo site Flight Radar, juntamente com a ANA Aeroportos, dão conta que o voo FR 385, proveniente de Lisboa e operado pela Ryanair, foi divergido de regresso à capital portuguesa. Já o voo SK 7933, oriundo de Stockholm (Arlanda), da SAS Scandinavian, seguiu para o Porto Santo, estando prevista uma nova tentativa de chegada à Madeira pelas 16h50.
Também o voo EJU7965, da easyJet Europe, proveniente de Amesterdão, foi encaminhado para Gran Canária, enquanto o voo 4Y 702, da EW Discover, com chegada prevista à Madeira às 16h05, acabou igualmente por divergir devido às condições meteorológicas adversas.
Foi igualmente confirmado que o voo da easyJet proveniente de Lisboa (EJU7625) acabou por regressar à capital portuguesa, enquanto o voo da Ryanair vindo de Paris, Beauvais (FR 400), foi divergido para o Porto Santo, após sucessivas tentativas de aproximação à pista.
Dois voos divergidos e vários 'às voltas' no Aeroporto da Madeira
O vento forte está a condicionar fortemente as operações no Aeroporto Internacional da Madeira, tendo já provocado o desvio de duas ligações aéreas durante a tarde deste domingo, após longos períodos em espera no espaço aéreo da Região.
Entretanto, permanecem já há algumas horas a efectuar esperas no espaço aéreo da Região vários voos que aguardam melhorias nas condições para tentar aterrar. Entre eles estão o W6 1029 (Katowice, Wizz Air Hungary), o FR 400 (Paris Beauvais, Ryanair), o W6 1535 (Varsóvia, Wizz Air Hungary), o FR 6676 (Shannon, Ryanair) e o OS 487 (Viena, Austrian).
De acordo com os registos meteorológicos, a última rajada de vento medida na estação de Santa Catarina, pelas 14 horas, atingiu os 77 km/h, valor que ajuda a explicar as dificuldades sentidas pelas aeronaves.
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