Vereda da Ponta de São Lourenço condicionada por nove meses
Intervenção no percurso vai obrigar à criação de pequenos desvios ao traçado habitual
O percurso pedestre Vereda da Ponta de São Lourenço (PR8) vai estar condicionado a partir desta quarta-feira, 30 de Setembro, devido à realização de obras de requalificação e melhoria promovidas pelo Instituto das Florestas e Conservação da Natureza (IFCN).
De acordo com o IFCN, a intervenção vai obrigar à criação de pequenos desvios ao traçado habitual do percurso, de forma a garantir a segurança dos visitantes durante a execução dos trabalhos.
"Os desvios estarão devidamente sinalizados e identificados com setas de encaminhamento, devendo todos os utilizadores seguir as indicações existentes no local", esclarece a entidade.
O condicionamento terá início a 30 de Setembro e deverá manter-se durante um período mínimo de 270 dias.
A obra de recuperação e beneficiação da Vereda da Ponta de São Lourenço (PR8) trata-se de uma intervenção que representa um investimento de 487.175,28 euros, co-financiado no âmbito do PRODERAM20/FEADER. Esta empreitada tem um prazo de execução de 360 dias e pretende reforçar as condições de segurança e utilização de um dos percursos pedestres de maior relevância da Região.
Estamos a investir na recuperação de um percurso que é uma referência da Madeira, mas este investimento tem uma preocupação muito clara: garantir melhores condições de segurança e utilização, sem comprometer os valores naturais que tornam a Ponta de São Lourenço um lugar único Eduardo Jesus, secretário regional de Turismo, Ambiente e Cultura
À margem da visita que realizou recentemente, o governante sublinhou a intervenção se integra num trabalho mais amplo de qualificação e valorização da rede de percursos pedestres da Região, através da recuperação de infra-estruturas, melhoria das condições de segurança e adaptação dos percursos às exigências atuais de utilização.
"Temos vindo a fazer um investimento continuado nos nossos percursos pedestres, porque sabemos a importância que estas infraestruturas têm para quem vive na Madeira e para quem nos visita. Não se trata apenas de manter os percursos abertos: trata-se de garantir que estão em condições de ser utilizados com segurança, de forma responsável e com o menor impacto possível sobre o território", finalizou.