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Comunidades Madeira

JPP visita comunidade madeirense em Jersey e reforça laços institucionais

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Foto JPP

O secretário-geral do JPP, Élvio Sousa, está a realizar uma visita de trabalho a Jersey, onde tem contactado com a comunidade madeirense e com as instituições locais. “Um madeirense é sempre madeirense, esteja onde estiver”, afirmou.

“Temos cerca de 12 mil madeirenses em Jersey. Queremos conhecer os seus desafios, ouvir as suas preocupações e garantir que quem está longe continua a sentir-se parte da sua terra”, disse Élvio Sousa.

O líder do JPP foi recebido pela presidente da Câmara de St Helier, Inna Gardiner, num encontro que aprofundou a relação entre Jersey e a Madeira, sobretudo entre as cidades geminadas de St Helier e Funchal. Habitação, integração das comunidades, educação e novas tecnologias estiveram entre os temas discutidos, tendo sido identificadas novas áreas de cooperação. A delegação foi ainda convidada para um ‘welcome cocktail’ integrado no Portugal Festival Food.

Para Élvio Sousa, o modelo institucional encontrado em Jersey é um exemplo a seguir: “Encontrámos uma forma de relacionamento institucional plural, democrática e colaborativa, que deve servir de exemplo. Aquilo que nos une, dentro e além-fronteiras, deve ser mais forte do que aquilo que nos separa. Quando estão em causa os interesses dos nossos, devemos ser capazes de trabalhar em conjunto, sem reservas, independentemente das diferenças políticas”.

A comitiva integra também Mariusky Spínola, deputada e responsável pelo núcleo das comunidades do JPP, Duarte Vieira, representante do partido junto da comunidade em Jersey, e António Trindade, vereador do JPP na Câmara Municipal do Funchal, que tem seguido de perto a relação de geminação entre as duas cidades.

“Uma geminação não pode ficar apenas por um protocolo ou por uma relação formal entre instituições. Deve aproximar pessoas, comunidades e eleitos, permitir a partilha de experiências e criar oportunidades concretas. É importante perceber como outros territórios trabalham e, sobretudo, trazer esse conhecimento para o debate e para a acção política no Funchal”, concluiu António Trindade.