Assuntos diversos
No DN de 19 de Junho, páginas 26 e 27, com o título em parangona: “Cada Euro Gasto Deve Ser Medido pelos Resultados”, estando a fotografia a ocupar quatro colunas, com a seguinte legenda: “Duarte Freitas defende que «a boa gestão antecipa o futuro em vez de apenas reagir às circunstâncias»”. E, na página 27, está em destaque, no princípio da 3.ª coluna: “O que procuramos eliminar é o desperdício, a duplicação, a burocracia excessiva, a despesa que já não serve”; estando, nas últimas cinco linhas do texto: “No fim, tudo se resume a uma promessa simples: garantir que cada euro investido se transforma em melhores resultados para os madeirenses e porto-santenses”.
O Sr. Dr. Duarte Freitas, Secretário Regional das Finanças, tem uma visão correcta na aplicação do capital fiduciário, porque, quando o capital é bem aplicado, é mais económico e produz melhores resultados.
É sinal de que é um bom economista!
No DN do corrente mês, página 26, com o título: “A Incoerência dos Queixosos”, artigo do ilustre Director do DN, Dr. Ricardo Miguel Oliveira, estando nas últimas nove linhas o seguinte: “A IHM e o Governo Regional ainda vão a tempo de encontrar uma solução justa, humana e consensual para as famílias que perderam futuro. E devem fazê-lo com seriedade, já. Há batalhas que se ganham, porventura, em Lisboa. Mas há outras que começam, inevitavelmente, em casa.”
O Instituto de Habitação da Madeira (IHM) é um instituto que já muito contribuiu para retirar muitas famílias de condições habitacionais precárias. Presentemente, há muitas famílias com grandes dificuldades para poderem viver numa habitação com a dignidade a que têm direito, como seres humanos.
No mesmo DN, página 33, o ilustre articulista, Sr. José Paulo do Carmo, com o título: “Liberal Conservadorismo ou Espaço por Ocupar”, escreve, na 4.ª coluna, o seguinte: “Não para substituir a democracia, mas para a fortalecer. Não para alimentar a revolta, mas para lhe dar uma resposta. Não para dividir Portugal em blocos irreconciliáveis, mas para recordar que o futuro se constrói sempre ao centro da sociedade e nunca nas suas margens.
E, olhando para o estado actual do país, é difícil não concluir que esse espaço continua à espera de quem tenha coragem de o preencher.”
A política democrática só tem validade quando um povo tem consciência da importância do seu voto, na qualidade de cidadão consciente e responsável.
Um país só pode desenvolver-se quando todos os cidadãos contribuem com o seu saber para organizar, planear, plantar, construir, edificar, industrializar e comercializar.
Um povo que é egocentrista não tem hipótese de se desenvolver.
No DN de 23 do mesmo mês, na última página, com o título: “Sobrevivência ao Ataque Estratégico e Continuado”, estando em destaque na 2.ª coluna: “O Diário permaneceu”; e, nas primeiras oito linhas: “Permaneceu porque a força de um jornal não se mede pelo número de comunicados que recebe nem pela quantidade de vezes que é atacado, mas pela capacidade de continuar a ser relevante para os seus leitores. Mede-se pela confiança construída ao longo do tempo.”
O Diário de Notícias tem a duração de 150 anos de história pelo facto de ser fiel à verdade das suas notícias e à qualidade dos artigos publicados.
Sou assinante do DN há dezenas de anos. É pelo facto de ser fidedigno que continuo como assinante e participante.
No DN de 24 do presente mês, página 9, na última coluna, com o título: “Atraso nos Pagamentos aos Taxistas em Debate”, estando a seguir ao 1.º parágrafo o seguinte: “As dívidas do SESARAM aos taxistas foram tema de um projecto de resolução do JPP que recomenda ao Governo Regional a regularização urgente dos pagamentos. Alfredo Gouveia denunciou atrasos muito superiores aos 90 dias previstos, referindo que este ano ainda não foram efectuados pagamentos relativos a serviços prestados em 2025.”
É inaceitável que os taxistas estejam a financiar, sem proveito algum, uma estrutura da saúde regional, que deveria ser um bom exemplo de fiel pagador aos 30 dias perante os seus credores.
Os taxistas deveriam facturar juros de mora, aplicando a taxa legal aos clientes que não cumpram os prazos de pagamento.
Seria uma forma de evitar a demora na recepção dos seus pagamentos.
José Fagundes