Assuntos diversos
No DN de 1 de Junho de 2026, página 29, com o título: “Menos Terra, Mais Impostos e a Mentira do Futuro'; artigo do Sr. Nuno Morna; estando nas últimas 14 linhas, o seguinte: “Região continua agarrada ao turismo de massa, ao betão emocionante sustentável, e à eterna mendicidade de fundos externos, como um adolescente de cinquenta anos que ainda pede mesada, mas se apresenta ao mundo como “empreendedor visionário”. A certa altura isto deixa de ser propaganda e passa a ser experimentalismo financeiro, por dinheiro público. O problema é que o contribuinte paga o bilhete sem querer”.
Quanto à questão do IVA, que é o Imposto de Valor Acrescentado; quer seja miserável, pobre; quer seja rico ou magnata, todos estão a pagar o IVA a mais, para ser paga a dívida fabulosa, que já vem do tempo do Governo do Sr. Dr. Aberto João Jardim.
Quanto ao turismo de massa e ao betão (que é argamassa constituída por: areia; pedra; cimento e água); são os capitalistas insensíveis e desalmados, os grandes causadores da muita pobreza, que existe na nossa Região Autónoma da Madeira. Quanto à adolescência, que é o período a seguir a puberdade, é a fase mais crítica do crescimento da pessoa humanizada, que seja no feminino, quer seja no masculino; que comete as maiores parvalhices. Sendo os pais, os maiores responsáveis, pelo facto da não terem dado a educação, de humanismo cristão, aos seus filhos/as.
No DN de 2 de janeiro do corrente ano, página 11, com o título em parangona: “Albuquerque “contra monopólios” nas lapas”; estando a foto ao comprimento das 4 colunas, com a seguinte legenda: “Miguel Albuquerque na visita às obras de prevenção de incêndios na zona da Estrela, no Funchal “; estando em destaque em letras maiúsculas, no princípio da 3.ª coluna: “Presidente defende mercado livre e regeita interferência na venda do produto”.
Nos anos de 1940, qualquer cidadão, que quisesse apanhar Lapas, caranguejos ou caramujos, não precisava de tirar licença, visto ser para o seu próprio consumo.
Mas, para serem apanhadas grandes quantidades, para serem comercializadas, já era necessário obter a licença na Guarda-Fiscal; havendo determinados pedidos que era proibido a apanha das lapas.
No DN do dia 7 do mesmo mês, página 4, com o título: “Crescer para Servir”; estando em destaque a seguir, o seguinte: “Aos 25 anos, João Silva vive a uma aparente contradição. Ganha a vida a gerir redes sociais e dedica parte do seu voluntariado a afastar jovens dos ecrãs. Recém-eleito Escoteiro-Chefe Nacional Adjunto da Associação dos Escoteiros de Portugal, acredita que comunicar tem sempre o mesmo objectivo: aproximar pessoas; estando a foto abrangendo 3 colunas, e, em baixo, o seguinte texto: “João Silva acaba de ser eleito Escoteiro-Chefe Nacional Adjunto da Associação dos Escoteiros-Chefe Nacional Adjunto da Associação dos Escoteiros de Portugal, tornando-se o primeiro dirigente a exercer funções nacionais do topo mantendo residência permanente na Madeira”.
Há 2 organizações de escutismo: CNE - Corpo Nacional de Escutas, que é uma Organização Católica; e a AEP - Associação dos Escoteiros de Portugal, que é uma Organização sem discriminação religiosa, isto é, são aceites todas as pessoas, independentemente da sua fé religiosa.
Esclareço que foram os Escuteiros Católicos, que na Madeira, fundaram a AEP.
O General Inglês, Baden-Powell, foi o grande prosseguidor do Escutismo Internacional, em 1998.
No DN de 8 do corrente mês, página 4, com o título: “Taxa turística para a habitação”; estando nas primeiras 7 linhas: “A Câmara do Funchal está a concentrar excessivamente o debate da habitação na limitação do alojamento local quando já dispõe de instrumentos que poderiam ter um impacto mais directo na resposta aos problemas”.
A questão do AL - Alojamento Local, está havendo muita controvérsia, todavia, o meu parecer, distingue-se para o seguinte:
Não devem serem autorizados os Alojamentos Locais em: Cooperativas Familiares, que foram construídas para os seus sócios residirem.
Em edifícios que foram construídos, para arrendamento aos nativos, que beneficiaram de baixos impostos.
Nas residências dos Bairros que foram construídas para os madeirenses.
Só deve ser permitido haver Alojamento Local, legalmente, em edifícios que estavam em abandono e a degradarem-se, sendo reconstruídas para AL, sendo os seus proprietários os responsáveis por qualquer conflito, que seja causados aos madeirenses.
As pessoas que ocuparem os edifícios de A L, tem que cumprir as exigências da Lei do Arrendamento Local.
No mesmo DN, página 11, no final da última coluna, está em destaque: “REAGIR defende pastoreio controlado”; estando nas últimas 4 linhas, o seguinte: ”A coordenadora regional, Liana Reis, aponta a recente utilização de pastoreio controlado em áreas urbanas”.
Antes da revolução do 25 de Abril, as nossas serras estavam com muito gado: bovino, caprino e ouvino; mas, haviam as cercas onde o gado pastava, havendo os: vaqueiros, cabreiros e pastores.
Em passeios a pé, quando passávamos de uma vereda para outra vereda, trepávamos umas varas para passarmos a outro lado, atravessando o local onde os animais estavam pastando, onde havia os homens que cuidavam os animais.
Depois da revolução do 25 de Abril, foi o descalabro, pelo facto de haver o desleixo, das pessoas que cuidavam os animais, nas serras da Ilha da Madeira, deixarem de existir.
José Fagundes