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Trump confirma presença em novo Jantar de Correspondentes da Casa Branca

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O Presidente norte-americano anunciou hoje que vai participar no jantar de correspondentes da Casa Branca, marcado para 24 de julho, após a primeira edição ter sido interrompida por uma tentativa de invasão por um homem armado.

A organização deste novo jantar pela Associação de Correspondentes da Casa Branca "é uma notícia muito boa", escreveu Donald Trump na sua rede social Truth Social, em referência à tentativa de atentado frustrada, acrescentando: "Não podemos deixar que malucos mudem o nosso modo de vida".

"Fui convidado a estar lá e a falar por Weijia Jiang, presidente da Associação de Correspondentes da Casa Branca, e aceitei", disse.

Considerou interessante que esta gala se realize no Waldorf Astoria, um hotel de luxo que durante muito tempo fez parte do seu império imobiliário.

O jantar ficou marcado para 24 de julho e, em comunicado, a presidente da associação explicou que a nova edição do evento terá um formato reduzido e contará com medidas de segurança significativamente reforçadas.

"Esta remarcação não foi automática", afirmou Weijia Jiang, jornalista da CBS News, acrescentando que a decisão foi tomada após consulta aos membros da associação.

"Não permitiremos que um ato de violência tenha a última palavra, especialmente neste ano em que o nosso país celebra o seu 250.º aniversário", acrescentou Jiang.

O jantar de gala, realizado em 25 de abril, foi interrompido quando um homem armado tentou ultrapassar o dispositivo de segurança no hotel onde decorria o evento, que contava com a presença de Trump.

Segundo as autoridades, Cole Allen, de 31 anos, enfrenta quatro acusações criminais, incluindo tentativa de assassínio do Presidente dos Estados Unidos e agressão a um agente federal com recurso a arma letal.

O arguido declarou-se inocente.

A 25 de abril, Allen tentou forçar um controlo de segurança à entrada de uma sala de um hotel onde se realizava o jantar.

Em resposta ao incidente, Trump voltou a defender as obras que está a levar a cabo para aquele que será o salão de baile na Casa Branca, que tem gerado polémica pelo seu custo elevado.

O projeto tornou-se uma das principais questões de Trump neste mandato e uma das mais controversas após ter demolido a Ala Leste da Casa Branca sem autorização do Congresso.

O financiamento do projeto é outra questão controversa, pois, embora inicialmente tenha sido garantido que só seria pago com dinheiro de doadores, um grupo de senadores republicanos apresentou um projeto de lei para alocar cerca de 400 milhões de dólares (cerca de 344 milhões de euros) para a construção do salão.