Assuntos diversos

O Arquipélago da Madeira é Museológico; visto haver museus em todos os Concelhos, e em algumas freguesias.

O Concelho que mais Museus e Nucleos Museológicos que possuí, é a cidade do Funchal, todavia, nos restantes Concelhos, há Museus e Nucleos Museológicos.

Na cidade de Câmara de Lobos, há o Museu de Imprensa, situado por baixo da Biblioteca que fica em frente à empresa de vinhos; Henriques & Henriques, que é de importância incalculável, pela sua grande variedade de máquinas e e outros equipamentos, e também, havendo variadíssimas espécies de acessórios.

Na Ribera Brava, tem o Museu Etnográfico da Madeira, em São Vicente, Ponta Delgada, há o Museu Solar do Aposento. Na Cidade de Machico, tem o Museu Solar de São Cristóvão. No Porto Santo, o Museu Casa Colombo e Descobrimentos Portugueses.

Para além dos Museus em Exposição em edifícios, há muita Arqueologia pelas Ilhas do arquipélago da Madeira: Porto Santo; Desertas e Selvagens.

No DN de 29 de maio de 2026, página 29, na 3.^ carta dos leitores do sacerdote eclesiástico católico, Rev.° Padre Aires Gameiro; com o título: ”Esperança em quê, em quem? Meditando”; estando no penúltimo parágrafo, o seguinte: “Poderíamos dizer que os homens são ramo carne-espírito (sopro divino na criação, no batismo e no Cenáculo: o Criador soprou sobre eles e os sagrou com o Espírito Santo) e o Filho de Deus encarnado, Deus feito homem, se enxerta nos homens. ‘O Espírito Santo, que o Pai enviará em meu nome, esse vos ensinará todas as coisas, e vos fará lembrar de tudo quanto vos tenho dito. (Jo. 14:26)’.

O famoso Augusto Cury, psiquiatra e pesquisador da mente, pessoa que só acreditava no homem, e não em Deus... já escreveu livros: “Maria, a maior educadora da História” e outro com o título: “Jesus Cristo, o Mestre dos Mestres”; pelo facto de um cristão lhes oferecer um Bíblia com o Antigo e Novo Testamento da Era de Cristo; tendo afirmado que tudo o que lá está escrito corresponde à História.

Por uma pequena, oferta abriu a mente de um psiquiatra.

No DN de 31 do mesmo mês, página 30, com o título: “Habitação: uma prioridade para a Câmara Municipal do Funchal; artigo do Sr. Presidente da Câmara Municipal do Funchal” artigo do ilustre Dr. Jorge Carvalho; estando nas últimas 12 linhas, o seguinte: “Refira-se igualmente para breve a apresentação de um programa municipal elaborado para permitir o acesso ao arrendamento de habitações aos munícipes que, neste momento, não conseguem fazer devido às actuais condições do mercado de arrendamento. Ou seja: a habitação é mesmo uma prioridade e uma necessidade para a Câmara Municipal do Funchal”.

O Sr. Dr. Jorge Carvalho, tem uma visão de humanismo cristão, pelo facto de estar a verificar a falta de casas para arrendar, a preços controlados; visto os salários, ordenados e vencimentos, serem de baixo valor, em relação aos altos preços das rendas na atualidade.

No artigo a seguir, com o título; “Madeira no Novo Tabuleiro Atlântico”; artigo do ilustre Dr. José Júlio; estando nas últimas 9 linhas, o seguinte: “O mundo está a recentrar-se no oceano que moldou a nossa história. A questão é simples, queremos ser espectadores desse regresso ou protagonistas informados? A Madeira tem, pela primeira vez em muito tempo, a possibilidade de escolher”.

Os portugueses de antanho, era um povo destemido. A sua audácia, era para irem de encontro à descoberta de novas terras. Quando iam a caminho pela África Ocidental, uma tempestade fê-los desviarem para chegarem a umas Ilhas que deram, o nome de: Porto

Santo, por lhes terem salvado da morte. Mas, posteriormente, visualizando à distância uma mancha escura, tiveram a iniciativa de fazer a vistoria do que eram aquelas manchas escuras, uma vez chega à extensão da terra pelo mar; deram o nome de Ponta de São Lourenço, ultrapassaram esta ponta, encontram uma ilha cheia árvores, à qual deram o nome: Ilha da Madeira.

A Ilha da Madeira, foi o maior Arquipélago de Portugal Continental, no tempo do Rei. D. Manuel I, que foi o Rei que mandou construir a nossa Catedral da Sé do Funchal, que de Diocese, chegou a ser Arquidiocese, pelo facto de todos os outros países que foram encontrados, terem que obedecer à Arquidiocese do Funchal. Mas, mais tarde, pelas grandes dificuldades de comunicação, passou a ser só Diocese do Arquipélago da Madeira.

José Fagundes