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País

Dirigentes do PS pelo país para criticar "2 anos de falhanço" da governação e propor alternativa

Madeira incluída no roteiro

Foto DR/PS
Foto DR/PS

Os dirigentes do Secretariado Nacional do PS vão fazer um roteiro por todo o país, entre quinta-feira e sábado, para assinalar aquilo que consideram ser dois anos de "falhanço das politicas" da atual governação e apontar "caminhos alternativos".

Em declarações à agência Lusa, Luís Soares, secretário nacional para a organização do PS, explicou o objetivo destas sessões que vão percorrer todos os distritos de Portugal Continental e também os Açores e a Madeira, intituladas "2 Anos de Governo... O Governo falha. PS: Alternativa. Confiança".

"Foi prometido um conjunto de propostas e reformas para resolver problemas que existiam, mas a verdade é que o resultado das políticas ao final de dois anos não só não resolveu os problemas, como ainda os agudizou, em diversos domínios da governação, mas onde a habitação, a saúde e o custo de vida são os mais visíveis", referiu.

De acordo com Luís Soares, os vários membros do Secretariado Nacional, juntamente com as estruturas locais do PS, vão "assinalar estes dois anos e o falhanço das políticas deste Governo e apontar caminhos alternativos".

"Que é o que temos feito desde o primeiro dia, como um partido responsável e sobretudo na perspetiva de um partido que tem propostas, que tem alternativas", disse.

Sendo o Secretariado Nacional do PS o órgão executivo do partido, o dirigente socialista explicou que a ideia foi colocar as pessoas que "estão a liderar o partido no dia-a-dia" pô-las "pelo país a ouvir, mas também a discutir e a refletir".

O modelo seguido será semelhante aquele que foi criado durante a campanha para a recandidatura de José Luís Carneiro à liderança do PS, intitulado então como "Contamos todos" no sentido da "abertura à sociedade civil" feita nas sessões que percorreram todo o país.

"Esperamos que esse espaço de participação que se abriu com a candidatura de José Luís Carneiro possa continuar e que os dirigentes nacionais possam ter contacto com aquelas pessoas que se mostraram disponíveis para dar o seu contributo", referiu.

Assim, de acordo com Luís Soares as sessões que vão decorrer quinta-feira, sexta-feira e sábado serão abertas a militantes e à sociedade civil, devendo os membros do Secretariado Nacional "provocar o debate, mas numa perspetiva de escuta ativa".