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Muitas gargalhadas no Lar Doce Lar

Fotos Rui Silva/Aspress
Fotos Rui Silva/Aspress

O Centro de Congressos da Madeira encheu, mais uma vez, esta noite para a segunda sessão do "Lar Doce Lar", a comédia que já varreu o continente com mais de 140 mil espectadores rendidos — e os madeirenses provaram que sabem rir mais alto do que qualquer continental.

Maria Rueff e Joaquim Monchique desdobram-se em múltiplas personagens na Residência Sénior Antúrios Dourados, onde duas idosas travam uma guerra sem quartel por um quarto particular. Uma batalha épica — com bengalas em vez de espadas e papas de aveia em vez de veneno. Diz quem viu que foi uma guerra batalha digna de doer a barriga de tanta gargalhada.

A segunda plateia funchalense não ficou atrás nas gargalhadas da primeira sessão, tão sincronizadas que a segurança verificou a estrutura do edifício (brincadeira). Era só a cena do médico. A ovação final durou o tempo merecido aos distintos actores.

O espectáculo foi uma organização do DIÁRIO e produção da 'Força de Produção'. Baseada no texto de Luísa Costa Gomes e com encenação de António Pires, a peça prova que envelhecer, pelo menos em palco, pode ser a coisa mais hilariante do mundo. Para quem não foi: devia ter ido. Para quem foi: já telefonou aos pais?