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Madeira

Chega defende que cabe ao Estado proteger as crianças

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O Chega defende que cabe ao Estado proteger as crianças, "garantindo que nunca são sujeitas a pressões que possam comprometer o seu desenvolvimento físico e psicológico". Foi nesse sentido que o partido votou a favor de uma proposta de lei que proíbe a mudança de sexo em menores de idade, estabelecendo limites à intervenção cirúrgica em crianças e jovens.

Na votação geral, a proposta obteve votos a favor do PSD, CDS e do Chega e votos contra do PS, IL, Livre, PCP, BE, PAN e JPP. 

“Hoje colocámos um travão firme a uma deriva perigosa que estava a atingir diretamente as nossas crianças. Acabaram os ataques aos nossos valores, aos nossos princípios e às nossas famílias, e ficou claro que há linhas que não podem ser ultrapassadas”, afirmou Francisco Gomes, deputado do Chega eleito pelo círculo da Madeira.

O partido justifica que esta medida "responde a uma crescente preocupação com a exposição precoce de menores a decisões irreversíveis, muitas vezes promovidas por correntes ideológicas que desvalorizam o papel da família".

“As crianças não são laboratórios de experiências sociais da extrema-esquerda nem de partidos frouxos e loucos como o JPP, o PS e a IL. São seres humanos em formação que merecem protecção, estabilidade, acompanhamento responsável e respeito absoluto pela sua integridade”, sublinhou.

Para o deputado, a aprovação desta proposta representa "uma afirmação inequívoca de que a verdadeira direita parlamentar está disposta a agir na defesa das novas gerações". "O Chega não hesita: protegemos as crianças e defendemos as famílias, porque são o futuro de Portugal. Não permitiremos que continuem a ser alvo de agendas ideológicas irresponsáveis que colocam em risco o seu desenvolvimento e a coesão da nossa sociedade", termina.