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CDS critica "falta de rumo" na governação de Santa Cruz

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Lídia Albornoz considera que o CDS é hoje "mais necessário do que nunca", em Santa Cruz, dado que "a  governação municipal continua a revelar falta de rumo, insuficiente visão estratégica e incapacidade de responder aos problemas do concelho".

A presidente da omissão Política Concelhia de Santa Cruz, eleita no passado dia 7 de Março, entregou formalmente o Plano de Actividades para 2026, ao secretário-geral do CDS-Madeira, Amílcar Figueira. O documento reflecte as principais linhas de acção da estrutura local.

Na ocasião, a concelhia apontou a "ausência de investimento visível e de obra concreta" como sinais dessa realidade, considerando ainda que a acumulação de saldo de gerência, apesar das necessidades existentes, por exemplo na habitação e na requalificação de espaços públicos, evidencia "um executivo sem prioridades definidas a com falta de planeamento".

A concelhia aponta ainda "um tom de crescente nervosismo nas declarações públicas da presidente da Câmara, considerando que esse registo traduz um desnorte na condução do concelho". Para Lídia Albornoz, "a autarca tem-se perdido em polémicas e trocas públicas de acusações, quando o essencial deveria estar centrado na gestão municipal e na resposta aos problemas reais das pessoas".  A responsável do CDS Santa Cruz pede, por isso, maior foco na governação e na função para a qual foi eleita.

É tendo em conta este contexto que o CDs pretende afirmar-se como "uma força política de seriedade, proximidade e responsabilidade, disposta a escutar a população, apresentar soluções concretas e dar voz às preocupações reais dos santa-cruzenses". Nesse sentido, sob o lema 'Dar Voz a Santa Cruz', prevê iniciativas de contacto com a comunidade, articulação com instituições e agentes locais, e um acompanhamento ainda mais próximo dos principais temas do concelho, nomeadamente nas áreas da mobilidade, ambiente, segurança, solidariedade social e valorização do potencial turístico.