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Madeira

Chega pede fiscalização de casas sobrelotadas e reforço policial junto à Escola dos Barreiros

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O Chega Madeira pediu a realização de fiscalizações a habitações alegadamente sobrelotadas no Funchal e o reforço do policiamento de proximidade junto à Escola dos Barreiros, com base em queixas que afirma ter recebido de moradores e encarregados de educação.

Em comunicado, o presidente do partido na Região, Hugo Nunes, refere situações na Rua Brigadeiro Couceiro e numa moradia nas imediações da Escola dos Barreiros, onde, segundo o Chega, existirá uma elevada rotatividade de inquilinos.

A mesma nota indica que moradores terão manifestado preocupação com comportamentos "abordagens e comportamentos desrespeitosos a crianças e jovens alunas". O partido refere ainda relatos de "assaltos com recurso a arma branca" na zona, sem apresentar, no comunicado, elementos que permitam confirmar os alegados incidentes.

Entre as medidas propostas pelo partido estão a realização de vistorias conjuntas pela Câmara Municipal do Funchal, Autoridade Tributária e autoridades sanitárias, para verificar as condições de ocupação das habitações, as licenças de utilização, a segurança contra incêndios e o cumprimento das obrigações fiscais.

O Chega defende igualmente o reforço do policiamento nas imediações dos estabelecimentos de ensino e nas zonas residenciais em causa, bem como a verificação dos processos de atribuição de apoios sociais e das moradas declaradas, com o objectivo de detectar eventuais situações irregulares.

O partido associa os problemas que denuncia à imigração e ao alegado subarrendamento ilegal, mas não apresenta dados que permitam estabelecer uma relação entre a nacionalidade dos residentes e os incidentes referidos.