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Madeira

ADN defende assistência pessoal para estudantes com deficiência no Ensino Superior

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O ADN pretende que o Governo Regional adapte à Região o Modelo de Apoio à Vida Independente (MAVI), que  já
contempla assistência pessoal para a frequência do Ensino Superior. O partido considera que esta é uma medida que deve ter  financiamento público, avaliação individual e articulação entre o Instituto de Segurança Social da Madeira e a Universidade da Madeira, "sem transferir para as famílias o custo do acompanhamento indispensável".

"Entrar na universidade não basta se o estudante não tiver apoio para chegar à sala, alimentar-se, utilizar as instalações ou permanecer no campus. Nenhum jovem deve ter de abandonar o projeto de estudar por falta desse acompanhamento, nem depender de um familiar deixar o emprego para o assegurar", afirma Mara Faria.

A representante do ADN assume que o Governo Regional deve esclarecer onde é possível um estudante pedir assistência pessoal, bem como indicar quem avalia e financia o apoio e quanto tempo demora a resposta. "Deve também divulgar, em dados anonimizados, quantas necessidades estão identificadas e quantas permanecem por satisfazer, apresentando o orçamento e o calendário para uma solução estável", indica.

A proposta prevê acompanhamento definido com cada estudante, profissionais preparados e continuidade do serviço. "Não basta permitir a entrada de um acompanhante: é necessário assegurar quem o disponibiliza e como se mantém o apoio, considerando também os estudantes provenientes do Porto Santo", aponta Mara Faria.