JPP manifesta solidariedade para com vítimas dos sismos na Venezuela
O secretário-geral do Juntos pelo Povo (JPP), Élvio Sousa, manifestou hoje solidariedade para com as vítimas dos sismos que atingiram a Venezuela, na sequência da decisão do Governo da República de decretar um dia de luto nacional em sua memória.
Em comunicado, o líder do JPP destacou que “o Governo da República decretou, hoje, dia de luto nacional, em memória das vítimas dos sismos ocorridos na Venezuela”.
Élvio Sousa apresentou ainda “as nossas condolências às famílias dos madeirenses e lusodescendentes que perderam a vida”, deixando igualmente “uma palavra de esperança e solidariedade a todos aqueles que estão a sofrer com os efeitos devastadores desta tragédia”.
Referindo-se à dimensão da catástrofe, afirmou que “as imagens que continuam a chegar da Venezuela são assoladoras” e acrescentou que “a dimensão da tragédia na Venezuela coloca-nos perante a enorme fragilidade humana e convoca-nos à solidariedade e ajuda dos madeirenses, dos portugueses em geral e da comunidade internacional”.
O dirigente partidário salientou também os laços históricos entre Portugal e a Venezuela, recordando que “Portugal mantém uma ligação umbilical, humana e cultural com a Venezuela”. Nesse contexto, referiu que “no país vive uma das maiores comunidades portuguesas espalhadas pelo mundo, que ali buscou melhores condições de vida, e foram tão bem acolhidas pelo povo venezuelano”.
Élvio Sousa considerou ainda que, “nesta altura de radicalismos extremistas, importa recordar que, também, somos um país de emigrantes” e sublinhou que “a comunidade venezuelana faz parte da história e da identidade da nossa Região, fortalecendo os laços que nos unem”.
Para o líder do JPP, “é precisamente nestes momentos que essa ligação deve ser igualmente efetiva, procurando ajudar com mais ações do que palavras”.
O deputado recordou igualmente o trabalho desenvolvido pelo núcleo das comunidades do partido, referindo que, “conscientes de que todas as ajudas prometidas tardam sempre a chegar, é sempre oportuno vincar que, neste momento, temos constituído, desde 2023, um núcleo das comunidades que tem a coordenação de Mariusky Spínola e de Marcos da Silva”.
Segundo explicou, “temos acompanhado e vivenciado a real situação através do lusodescendente Marcos da Silva, que se tinha deslocado à Venezuela em visita familiar e foi apanhado no meio da tragédia”.
No final do comunicado, apelou à mobilização solidária, defendendo que “compete-nos fazer a nossa obrigação solidária, ajudar quem necessita em articulação com as instituições mais credíveis, e encaminhar a ajuda para a comunidade luso-venezuelana”.