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Rali da Madeira Desporto

"Decisão ilegal e injusta"

João Silva mostrou-se insatisfeito com a penalização e garantiu que vai recorrer

Foto Rui Silva/ASPRESS
Foto Rui Silva/ASPRESS

O piloto João Silva não se conforma com a penalização de 10 segundos que lhe foi aplicada, esta tarde, pelo director de prova do Rali da Madeira, na sequência da análise da super-especial Cidade do Funchal, e garante que vai recorrer da decisão.

No final da classificativa do Ribeiro Freio, em declarações às sete rádios que estão a fazer cobertura especial do Rali, o piloto madeirense considera que a sanção é "ilegal e injusta", e questiona a base regulamentar que sustentou a decisão da direcção de prova. Nesse sentido, João Silva assegurou que irá recorrer pelos meios previstos nos regulamentos, com a convicção de que a decisão possa ser revertida.

Sete equipas penalizadas após a super-especial do Funchal

Kris Meeke e João Silva entre os penalizados, com o madeirense a baixar para terceiro na classificação geral

O piloto do Toyota GR Yaris Rally2 foi um dos primeiros sete concorrentes penalizados por alegadas infracções nas chicanes da classificativa inaugural, tendo-lhe sido aplicada uma penalização de 10 segundos após a revisão das imagens vídeo da prova.

Entretanto, minutos após as primeiras decisões, a organização avançou com mais uma penalização, desta feita ao madeirense Miguel Nunes, actual líder da competição. 

Miguel Nunes também penalizado na Super-Especial

Piloto madeirense com uma sanção de 10 segundos

Segundo o comunicado, o director de prova concluiu que o carro n.º 3 infringiu o artigo 53.6.3 do FIA Regional Rally Sporting Regulations (RRSR) 2026, ao derrubar um elemento da terceira chicane da classificativa.