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Chega quer "reforçar segurança das mulheres e dos utilizadores vulneráveis nos transportes públicos"

Francisco Gomes diz que "o aumento da imigração, em especial a islâmica, está a gerar cada vez mais situações"

Foto DR/CH
Foto DR/CH

O grupo parlamentar do Chega (CH) na Assembleia da República "deu entrada de um projeto de resolução que recomenda ao Governo um conjunto de medidas destinadas a reforçar a segurança das mulheres e de outros utilizadores vulneráveis nos transportes públicos", informa uma nota de imprensa emitida pelo deputado madeirense Francisco Gomes.

A iniciativa, refere, desenvolvida pelos deputados do CH que integram a 14.ª Comissão Parlamentar de Infraestruturas, Habitação e Mobilidade, onde Francisco Gomes exerce funções de coordenador do Grupo Parlamentar, "pretende combater situações de assédio, violência e intimidação, reforçando a proteção de mulheres, menores, idosos e pessoas com deficiência ou mobilidade condicionada".

Explica que "o projecto recomenda o reforço da videovigilância e da iluminação em veículos e interfaces de transporte, a criação de um sistema nacional de denúncia imediata de situações de assédio, campanhas de sensibilização, implementação de paragens seguras em período noturno, projectos-piloto de linhas noturnas com segurança reforçada e a avaliação da criação facultativa de carruagens ou zonas reservadas para utilizadores particularmente vulneráveis".

Para o deputado, "o aumento da imigração, em especial a islâmica, está a gerar cada vez mais situações de mulheres a sentirem medo de utilizar um autocarro, um comboio ou um metro", justifica. "Temos de combater isso e garantir a liberdade de circulação em condições de segurança, autoridade e dignidade para todos".

Segundo o parlamentar, "o aumento das situações de violência e assédio nos transportes públicos exige uma resposta firme do Estado, através do reforço da prevenção, da fiscalização e da punição dos responsáveis", acreditando que "o Estado não pode ignorar que o aumento da imigração tem contribuído para o crescimento de situações de violência e assédio, razão pela qual temos de controlar as nossas fronteiras e saber quem entra no país. A nível interno, proteger as mulheres e os mais vulneráveis é cumprir uma obrigação de qualquer sociedade civilizada".

Francisco Gomes considera que "a iniciativa representa um passo importante para reforçar a confiança dos cidadãos nos transportes públicos e garantir que estes continuem a ser espaços de liberdade e não de insegurança", garantindo que o CH "continuará a apresentar propostas concretas para proteger os cidadãos honestos, reforçar a autoridade do Estado e garantir que os transportes públicos deixam de ser locais onde a violência e o medo encontram espaço para crescer", conclui.