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Madeira

Albuquerque garante economia em alta até Dezembro

Presidente do Governo revelou possibilidade de farmacêutica chinesa e tecnológicas se deslocarem para o CINM

A dona da loja Sabores de Portugal, Andreia Ferreira, com Miguel Albuquerque.
A dona da loja Sabores de Portugal, Andreia Ferreira, com Miguel Albuquerque., Foto Rui Silva/Aspress

A economia Regional vai crescer pelo menos até Dezembro, dizem os indicadores do Presidente do Governo Regional. Neste momento cresce há quatro anos e onze meses de forma consecutiva e acima da média nacional, frisou Miguel Albuquerque, acrescentando que a balança comercial é favorável às exportações pelo sétimo ano, a dívida da Região está consolidada, o índice de confiança alto e os investimentos previstos vão no sentido de diversificar a economia. “Vamos ter novas empresas aqui de tecnologia de ponta, que trazem mais valor acrescentado e que são importantes também para termos salários mais altos e a fixação dos jovens”, referiu o líder do Executivo, olhando para os novos investimentos previstos na área tecnológica, alguns inclusivamente apoiadas pelo Banco de Fomento.

Da visita à China do secretário regional de Economia, José Manuel Rodrigues, vieram boas notícias, na avaliação de Miguel Albuquerque. O presidente do Governo destacou a possibilidade de através do Centro Internacional de Negócios da Madeira uma das maiores farmacêuticas do mundo se fixar na Região, de trazer empresas de robótica e inteligência artificial para criar a partir da Madeira e de por outro lado aumentar a exportação de Vinho Madeira para este país, onde o consumo está a crescer.

Sobre a farmacêutica, diz que a empresa em questão poderá operar qui para a sua exportação e entrada na Europa. Miguel Albuquerque anunciou que os contactos estão estabelecidos.  “Vamos aperfeiçoar esses contactos”.

Neste momento não há nada fechado. “Nós temos que convencer os investidores e as administrações dessas empresas a virem para cá”, admitiu. As empresas, lembrou, “não funcionam em função de sentimentos, funcionam em função daquilo que lhes dá competitividade e lhes traz vantagem, porque eles depois têm de apresentar contas aos acionistas. Portanto, se nós tivermos impostos mais baixos, menos burocracia e a possibilidade de fixar aqui, com vantagens e valor acrescentado, nós ganhamos”.

Sobre a questão do custo para exportar a partir da Madeira, o Presidente disse que há os apoios para o transporte e que em escala diminui o custo da operação. Há ainda a contar com os impostos baixos que compensam os sobrecustos nessa área, apontou, à margem da inauguração da loja Sabores de Portugal, no centro do Funchal.