Assembleia da República aprova proposta do JPP para resposta clínica à fibromialgia
Filipe Sousa manifestou, através de comunicado, a satisfação pela aprovação, por maioria, na Assembleia da República, do projecto de resolução do JPP que recomenda ao Governo a avaliação da implementação da norma da Direção-Geral da Saúde sobre a fibromialgia e a adopção de uma estratégia nacional para a resposta clínica, funcional, laboral e social às pessoas que vivem com esta doença.
Segundo a mesma nota, a iniciativa foi aprovada esta semana com o apoio maioritário da Assembleia da República, mas PSD e CDS optaram pela abstenção.
Para o deputado eleito pelo JPP, esta votação "representa um importante reconhecimento da necessidade de reforçar as respostas públicas dirigidas aos milhares de portugueses que enfrentam diariamente os desafios associados à fibromialgia, uma doença crónica que continua a ser, muitas vezes, incompreendida e insuficientemente valorizada".
“O Parlamento reconheceu que é necessário fazer mais e melhor. Esta aprovação demonstra que é possível colocar os problemas reais das pessoas no centro da agenda política e construir soluções concretas para melhorar a sua qualidade de vida”, afirma o deputado do JPP.
A proposta recomenda, entre outras medidas, "a avaliação da aplicação da norma da Direção-Geral da Saúde relativa à fibromialgia, o desenvolvimento de uma via clínica nacional, a promoção de formação específica para profissionais de saúde e juntas médicas, a definição de critérios de avaliação funcional mais adequados e a melhoria da articulação entre os serviços de saúde e as respostas de apoio social e laboral".
Filipe Sousa sublinha que esta aprovação “constitui também uma demonstração da seriedade, do rigor e da consistência do trabalho” que tem vindo a desenvolver na Assembleia da República.
“Este resultado prova que vale a pena fazer política com responsabilidade, proximidade e sentido de missão. O nosso compromisso é dar voz às preocupações das pessoas, transformar essas preocupações em propostas concretas e trabalhar para que elas produzam resultados efetivos”, destaca.
O parlamentar considera ainda que esta decisão representa “uma vitória” para todos os doentes, famílias, associações e profissionais que têm lutado por um maior reconhecimento da fibromialgia e por respostas mais justas e eficazes.