Alegado roubo com violência em contexto familiar no Funchal
Vítima relata supostas agressões e subtracção de objecto em residência na presença de familiar de 85 anos
Uma alegada situação de roubo com violência ocorrida em contexto familiar, no Funchal, foi denunciada ao DIÁRIO por uma das pessoas envolvidas, que afirma ter sido vítima de agressões e da subtracção de um objecto de valor sentimental durante um desentendimento numa residência.
De acordo com o relato enviado, os factos terão ocorrido durante o dia de ontem, 19 de Junho, numa residência situada, no Funchal, quando um homem se deslocou ao local para recolher uma encomenda e visitar a sua bisavó, uma mulher de 85 anos.
Antes da deslocação, o queixoso refere ter recolhido, no escritório de um familiar, uma pistola de CO2 (arma de classe G, totalmente descarregada), que transportou consigo dentro de um saco de viagem.
Na casa onde alegadamente ocorreram as agressões e o roubo, estariam presentes vários familiares directos, nomeadamente uma tia, um tio e uma prima, todos adultos, além da bisavó. O desentendimento terá começado após uma discussão relacionada com a entrega de encomendas na residência, tendo a situação escalado para um alegado confronto físico.
O denunciante afirma que o tio, homem adulto e filho do proprietário falecido da residência, terá adoptado um comportamento agressivo, aproximando-se de forma exaltada e iniciou contacto físico, com a tentativa de subtracção de um anel de família que, na queixa, refere ter pertencido ao seu falecido bisavô e possuir elevado valor sentimental.
Durante o incidente, alega ainda que o familiar terá visualizado a pistola de CO2 no interior do saco, interpretando a situação como uma ameaça, o que terá contribuído para a escalada da tensão e para o prolongamento da altercação.
Segundo o relato, a agressão terá incluído puxões, arranhões e estalos, enquanto o objecto de valor sentimental era retirado "à força." A vítima refere ainda que a sua prima e a bisavó, de 85 anos, terão presenciado os acontecimentos, tendo-se limitado a intervir verbalmente, sem conseguir travar a situação.
Perante a pressão e as circunstâncias do momento, afirma ainda ter permitido a retirada do anel, após o que abandonou o local e contactou a Polícia de Segurança Pública. Alegadamente, a PSP deslocou-se à residência, tendo registado a ocorrência. Segundo o denunciante, a autoridade classificou os factos como roubo, seguindo agora o processo para investigação.
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