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Director da PSP exorta candidatos a concorrerem a "carreira aliciante" nacional e internacional

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Foto Arquivo

O diretor nacional da Polícia de Segurança Pública (PSP) desafiou hoje, na Marinha Grande, distrito de Leiria, os candidatos a concorrerem àquela força policial, que tem uma "carreira aliciante" e com futuro nacional e internacional.

"Temos o recrutamento aberto para a Polícia de Segurança Pública, que começou na semana passada", por isso, "faço aqui um apelo a todos na plateia para que exortem todos a concorrer", disse Luís Carrilho, no 152.º aniversário do Comando Distrital da PSP de Leiria.

O responsável respondeu, assim, ao pedido de reforço de efetivos por parte do comandante distrital de Leiria e do presidente da Câmara da Marinha Grande, insistindo para que os presentes exerçam influência para que haja candidatos à PSP.

"A Polícia de Segurança Pública oferece hoje em dia uma carreira extremamente aliciante de todos os pontos de vista, seja do ponto de vista nacional ou internacional. Temos hoje polícias na Frontex, na União Europeia, nas Nações Unidas e em várias organizações internacionais", sublinhou.

Luís Carrilho reforçou que esta é "uma carreira que oferece diversidade", pois é possível "escolher o policiamento de proximidade, o trânsito, a ordem pública, a segurança pessoal, as operações especiais".

"Lanço também aqui o repto de exortarem todos a concorrer à Polícia de Segurança Pública", porque "para chegarem a Leiria, terão também de sair primeiro de Leiria", acrescentou.

O responsável sublinhou que é importante reforçar o número de polícias para que, "num intervalo de tempo de 10 anos, na estratégia 2025-2035", seja possível "chegar aos 25 mil, 23.500 dos quais polícias", até porque Portugal vai coorganizar o Campeonato do Mundo de futebol em 2030, pelo que serão precisos polícias.

O diretor nacional da PSP também disse que estão a ser desenvolvidas diligências para melhorar as condições de trabalho dos polícias, tanto no distrito de Leiria como em todo o país.

"Temos, de facto, um grande desafio que tem estado a ser feito, tanto do ponto de vista de infraestruturas e equipamento, mas sobretudo recursos humanos", afirmou.

O secretário de Estado da Administração Interna, Telmo Correia, reconheceu a falta de condições de algumas infraestruturas policiais, entre as quais as que também foram atingidas pela tempestade Kristin.

"Sabemos bem que as condições não são ideais e que são ainda muito difíceis e se o que exigimos aos nossos polícias é, nada mais, nada menos, que exemplaridade e excelência, a nossa obrigação é dar condições que permitam esse mesmo exemplo e essa mesma excelência", disse o governante.

Telmo Correia acrescentou que o Governo tem mais de mil edifícios das forças policiais e o critério de prioridade tem de ser operacional.