CDS-PP critica atrasos na construção do novo aterro municipal na Calheta
O deputado municipal do CDS-PP na Calheta, Gabriel Neto, criticou, na Assembleia Municipal, a demora na concretização do novo aterro municipal e da central de compostagem no concelho, uma solução há muito defendida pelo partido.
Segundo o eleito, “Há muito que o antigo aterro/vazadouro da Calheta estava prestes a atingir o seu limite e nada foi feito”, apontando atrasos na resposta a uma necessidade considerada estrutural para o município.
O CDS recorda que, em setembro, o então presidente da Câmara Municipal, Carlos Teles, anunciou a existência de um espaço identificado para a nova infra-estrutura e a abertura de negociações com proprietários de terrenos, de forma a dar resposta ao problema.
O partido refere que, desde então, residentes e empresas enfrentam dificuldades acrescidas, nomeadamente nos custos associados à limpeza de jardins e terrenos, devido à logística e ao aumento das despesas de transporte.
Na resposta, a presidente do executivo municipal terá admitido que a solução poderá demorar, indicando ainda que o futuro aterro deixará de ser municipal e passará a ter iniciativa privada.
Os eleitos do CDS na Calheta lamentam que a promessa feita em setembro não tenha avançado e afirmam que a solução necessária para o concelho continua sem prazo definido.