Centro Cultural Islâmico da Madeira nega ligações a práticas ilícitas
O Centro Cultural Islâmico da Madeira (CCIM) veio a público rejeitar um conjunto de declarações recentemente difundidas, que associam a associação e a comunidade muçulmana a alegadas práticas ilícitas e riscos sociais.
Em comunicado, a instituição afirma que tais acusações são "factualmente infundadas" e têm contribuído para a criação de um clima de desinformação e estigmatização, com impacto na sua reputação e na tranquilidade da comunidade que representa na Região.
"O CCIM é uma entidade legalmente constituída, registada e plenamente conforme com o ordenamento jurídico português, desenvolvendo a sua atividade de forma transparente, responsável e sujeita às regras do Estado de Direito", sublinha, acrescentando que a sua actuação insere-se exclusivamente nos "domínios religioso, cultural e social".
Não existe, nem nunca existiu, qualquer ligação a práticas ilícitas, extremismo ou actividades de natureza criminosa Centro Cultural Islâmico da Madeira
No mesmo documento, a instituição indica também que as imputações feitas, "designadamente associações a criminalidade, radicalismo ou ameaça social", já foram submetidas às entidades competentes, a quem caberá a respetiva avaliação nos termos da lei.
Por fim, a associação manifesta ainda "total disponibilidade" para prestar esclarecimentos à comunicação social, colaborar com entidades públicas e promover iniciativas de diálogo com a comunidade.
"O CCIM reafirma o seu compromisso com uma sociedade plural, baseada no respeito mútuo, na convivência pacífica e na legalidade", conclui.