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Madeira

Paulo Azevedo diz que o Governo ainda não apresentou medidas eficazes para dar resposta à crise na habitação

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A Nova Direita organizou, no passado sábado, uma sessão de esclarecimento dedicada à construção de habitações em madeira, uma alternativa inovadora e mais acessível no atual contexto de crise habitacional.

O coordenador, Paulo Azevedo, promoveu a vinda à Região Autónoma da Madeira de uma empresa especializada neste tipo de construção, com o objectivo de apresentar soluções concretas à população. A sessão contou com a presença de agentes imobiliários, arquitetos, fiscais e jovens interessados na aquisição da sua primeira habitação.

Segundo Paulo Azevedo, "o Governo Regional ainda não apresentou medidas eficazes para dar resposta à crescente crise da habitação, motivo pelo qual a Nova Direita decidiu assumir esta iniciativa".

Prossegue dizendo que este modelo de construção, amplamente utilizado há várias décadas em países como os Estados Unidos, Canadá e na região nórdica, tem provas dadas de durabilidade e qualidade, existindo habitações com mais de cem anos que continuam em perfeitas condições de habitabilidade.

Como exemplo, diz, foi referido que um jovem casal poderá adquirir um terreno e construir uma moradia T3 por cerca de 250 mil euros, existindo já instituições bancárias disponíveis para financiar este tipo de projecto.

Paulo Azevedo lamenta a falta de visão estratégica por parte do Governo Regional, que continua a privilegiar a construção de luxo, negligenciando as necessidades da classe média e dos jovens casais que pretendem constituir família.

A Nova Direita defende que "é fundamental olhar para o mercado internacional e adotar soluções que possam responder de forma eficaz às necessidades habitacionais da população do arquipélago da Madeira".

Por fiz, diz que "este trabalho tem como principal objectivo contribuir para a fixação dos jovens na região, considerando que são eles o futuro da Madeira".