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Madeira

Governo lança estudo ao impacto dos parques empresariais

José Manuel Rodrigues assinala 25 anos da MPE

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O secretário regional da Economia, José Manuel Rodrigues, anunciou esta terça-feira a realização de um estudo aprofundado ao impacto dos parques empresariais da Madeira, com o objectivo de avaliar o seu contributo para a criação de riqueza, emprego e dinamização territorial.

Na abertura da conferência “O Papel dos Bancos e das Entidades Governamentais no Financiamento e no Crescimento das Empresas”, o governante assinalou os 25 anos da Madeira Parques Empresariais (MPE), destacando o papel estruturante da entidade no desenvolvimento económico da Região.

Segundo explicou, este estudo permitirá conhecer com maior detalhe os resultados alcançados ao longo das últimas décadas, contribuindo para a definição de políticas públicas mais eficazes e orientadas para o futuro.

José Manuel Rodrigues sublinhou que os parques empresariais foram determinantes para a implementação de uma estratégia integrada de desenvolvimento industrial e comercial, bem como para o ordenamento e qualificação dos espaços produtivos. Acrescentou que estes equipamentos têm promovido a descentralização do investimento, dinamizando vários concelhos e criando emprego qualificado fora dos principais centros urbanos.

O governante destacou ainda a aposta na sustentabilidade, com medidas de racionalização dos espaços e mitigação de impactos ambientais, factor que reforça a atractividade da Região junto de investidores.

Na sua intervenção, reafirmou que o papel do Governo passa por criar condições para que as empresas possam investir e crescer, através de estabilidade, confiança, um sistema fiscal competitivo, simplificação administrativa e mobilização de fundos europeus.

Defendeu igualmente o reforço do diálogo entre banca, entidades públicas e tecido empresarial, com vista a facilitar o acesso ao financiamento e potenciar o investimento, a inovação e a internacionalização.

José Manuel Rodrigues referiu ainda medidas de apoio adoptadas no contexto da crise energética, incluindo apoios aos transportes colectivos, táxis, bombeiros e instituições sociais, bem como incentivos mobilizados através do Instituto de Desenvolvimento Empresarial, para mitigar o impacto do aumento dos custos e salvaguardar a actividade económica.