Condições atmosféricas adversas causam sete cancelamentos e cinco desvios no aeroporto
As condições meteorológicas adversas em Santa Cruz continuam a condicionar a operação no Aeroporto Internacional da Madeira Cristiano Ronaldo durante a tarde desta quinta-feira, 5 de Março.
De acordo com os dados mais recentes da ANA Aeroportos de Portugal e da plataforma Flight Radar, o vento forte e a precipitação que se fazem sentir na zona leste da ilha elevaram para cinco o número de voos divergidos e para sete o total de cancelamentos (quatro chegadas e três partidas) até às 14 horas.
Ventos fortes causam desvios no Aeroporto da Madeira
O Aeroporto Internacional da Madeira está novamente a registar complicações nas operações aéreas devido ao vento forte que se faz sentir em Santa Catarina, obrigando ao desvio de várias aeronaves e mantendo outros voos em espera no espaço aéreo.
Entre as aeronaves que não conseguiram aterrar na pista da Madeira encontram-se o voo S4 160 de Ponta Delgada (Azores Airlines), o BA 2716 de Londres Gatwick (British Airways), o W6 1029 de Katowice (Wizz Air), o DE 1572 de Munique (Condor) e o DE 1414 de Dusseldorf (Condor).
O voo WK 284 proveniente de Zurique (Edelweiss Air) também divergiu após um período de espera. No que diz respeito a cancelamentos, as ligações afetadas incluem voos de Hamburgo (Marabu), Lisboa (Ryanair) e Leipzig (Marabu).
Pelas 14 horas, o voo EJU7633 da EasyJet, proveniente de Lisboa e com chegada prevista para as 13h35, permanecia no espaço aéreo da ilha a aguardar uma janela de oportunidade para a aterragem. Em contraste, os voos LS 735 de Edimburgo (Jet2.com) e TP 1689 de Lisboa (TAP Air Portugal) conseguiram completar a operação de aterragem às 13h46 e 13h59, respectivamente.
Os registos da estação meteorológica da Ponta de São Lourenço, a referência mais próxima da orla costeira do aeroporto, indicaram rajadas de vento até aos 66 km/h na última hora. Este valor situa-se ligeiramente acima dos limites operacionais definidos para o aeroporto, sendo que a direção do vento e a ocorrência de chuva são factores determinantes para a viabilidade das manobras de aproximação e aterragem.
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