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Madeira

Taxa de juro no crédito à habitação em Fevereiro continuou a diminuir na Madeira

Foto Shutterstock
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Em Fevereiro de 2026, "a taxa de juro implícita no crédito à habitação, na Região Autónoma da Madeira (RAM), fixou-se em 3,116%, registando um decréscimo de 0,029 pontos percentuais (p.p.) face ao mês anterior", refere hoje a DREM, segundo informação disponibilizada pelo Instituto Nacional de Estatística (INE). Por comparação, "em Fevereiro de 2025, a taxa de juro implícita no crédito à habitação era de 3,924%".

Segundo a Direção Regional de Estatística da Madeira, "o valor médio da prestação vencida dos contratos de crédito à habitação diminuiu 6 euros face ao mês anterior, fixando-se nos 391 euros", sendo que "os juros decresceram 2 euros em relação ao mês anterior, situando-se nos 182 euros, enquanto a componente de amortização desceu 4 euros, para os 209 euros. No mês homólogo, o valor médio da prestação vencida era de 404 euros", destaca.

Por sua vez, "o montante do capital médio em dívida para os contratos de crédito à habitação continuou a aumentar", frisa, "atingindo, em Fevereiro de 2026, os 70.878 euros (70.782 euros no mês anterior). Um ano antes, situava-se em 67.159 euros", revela.

Já a nível nacional, e no conjunto dos contratos de crédito à habitação, "a taxa de juro implícita fixou-se em 3,079%, menos 0,032 p.p. do que no mês anterior", e menos do que na Madeira. "A prestação média vencida para a globalidade dos contratos desceu para 397 euros", acima do da Madeira, por causa do valor do capital médio em dívida, que cresceu "para 76.494 euros (75.994 euros no mês precedente)", bem superior ao da Madeira. Conclui-se que "no País, os juros e o capital amortizado decresceram 1 euro face ao mês anterior, passando para os 194 euros e 203 euros, respetivamente", amortizando menos e pagando mais juros do que a média na Madeira.