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Madeira

Relatório do IFRAM3 custou mais de 68 mil euros

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A Casa-Museu Frederico de Freitas recebe esta tarde a apresentação do Relatório do 3.° Inventário Florestal da Região Autónoma da Madeira (IFRAM3), um instrumento que permite monitorizar, conhecer e gerir a floresta madeirense.

O documento técnico teve o valor de mais de 68 mil euros, avançou Manuel Filipe, presidente do IFCN, referindo que o relatório demorou 1 ano a ser concluído.

Evidenciou a importância deste relatório, dando conta que “para quem critica o IFCN”, este documento mostra que as decisões tomadas pela entidade têm por base “informação rigorosa e científica”.

Também o secretário regional de Turismo, Ambiente e Cultura, Eduardo Jesus enalteceu a inovação tecnológica desta investigação. “É fundamental para conhecermos a nossa realidade; caso contrário, corremos o risco de decidir mal logo à partida. Para determinar as políticas que têm sido desenvolvidas, monitorizar e acompanhar é muito importante termos uma orientação neste sentido."

Enfatiza, ainda, o papel que a Laurissilva tem no património florestal e relembra que, de acordo com dados recente, a área desta tem vindo a crescer, apresentando-se superior em cerca de 6 % ao que era anteriormente. 

Queria destacar a continuidade e a maturidade desta política florestal, nós já vamos no terceiro inventário. O primeiro em 2018, o segundo em 2015 e este em 2025. E isto permite concluir que tem havido um trabalho que é contínuo no tempo e que tem uma profundidade científica que nos dá conforto para poder conhecer e decidir melhor” Eduardo Jesus

Por fim, diz que percepciona este documento com um olhar para o futuro: "É importante compará-lo com a realidade anterior, mas acima de tudo aumenta a nossa responsabilidade para poder decidir, intervir, tratar, cuidar e manter aquilo que já temos", remata.