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Alemanha com 70 casos por 100 mil habitantes

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A incidência de casos de covid-19 na Alemanha acumulada em sete dias superou de novo os 70 casos por cada 100 mil habitantes enquanto os contágios de covid-19 continuam a subir em relação à semana passada. 

No conjunto do país, a incidência acumulada em sete dias aumentou para 72,4 novos casos por cada 100 mil habitantes face a 69,1 na quinta-feira e a 65,4 na semana passada, de acordo com os dados do Instituto Robert Koch (RKI).

As autoridades sanitárias contabilizaram 12.834 novos contágios nas últimas 24 horas, mais de 2.200 do que na semana passada e 252 vítimas mortais.

Na sexta-feira passada morreram 264 pessoas.

O máximo de contágios registou-se no dia 18 de dezembro com 33.777 novas infeções num só dia.

No passado dia 14 de janeiro morreram 1.244, o dia mais trágico em relação a óbitos desde o início da pandemia.

O pico da incidência registou-se no passado dia 22 de dezembro com 197,6 novas infeções por cada 100 mil habitantes numa semana e a 28 de janeiro voltou a cair para baixo de 100, pela primeira vez em três meses com uma tendência que se manteve durante algumas semanas.

O índice de semanal de transmissibilidade (R) está em 1,04, o que significa que cada 100 infetados contagiam em média 104 pessoas. 

O número total de casos desde o princípio da crise sanitária é de 2.545.781 na Alemanha.

No país morreram 73.062 pessoas desde o início da pandemia.

O RKI estima que existem 127.100 casos ativos atualmente na Alemanha.

Nas unidades de cuidados intensivos deram entrada na quinta-feira 2.759 pacientes com covid-19, mais 23 do que no dia anterior, 1.556 dos quais necessitam de respiração assistida, segundo os dados da Associação Interdisciplinar Alemã de Cuidados Intensivos e de Medicina de Urgência.

Na quinta-feira, as unidades de cuidados intensivos na Alemanha receberam 379 doentes sendo que 85 morreram nas últimas 24 horas. 

Até quinta-feira, 2.674.692 pessoas receberam as duas doses da vacina contra o SARS CoV-2 (3,2% da população) e 5.756.572 habitantes a primeira dose (6,9% da população).