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Madeira

Albuquerque destaca crescimento económico e aponta IRC para 12,6%

Presidente do Governo afirmou, na abertura das Jornadas Parlamentares do PSD, que a Madeira soma 64 meses consecutivos de crescimento e garante continuidade da redução de impostos

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Foto DR/PSD-M

Miguel Albuquerque destacou, esta terça-feira, os "64 meses consecutivos de crescimento económico" da Madeira e voltou a anunciou a intenção de continuar a reduzir o IRC, apontando, agora, para uma taxa de 12,6%, ainda que no passado mês de Julho tivesse apontado para 12,3%, quando perspectivava um decréscimo de 1%, acompanhando a descida anunciada por Lisboa. 

Na abertura das Jornadas Parlamentares do PSD/Madeira, o líder do partido e presidente do Governo Regional sustentou que a economia regional mantém um desempenho acima da média nacional, afirmando que o PIB da Madeira está "quase nove pontos percentuais acima do PIB nacional". Albuquerque associou ainda o crescimento à situação de "praticamente pleno emprego", aos mínimos históricos do Rendimento Social de Inserção e ao aumento dos salários reais.

"Temos crescimento económico, redução de impostos e dinamismo económico", sintetizou o governante, defendendo que a descida da carga fiscal tem sido acompanhada por um aumento da receita, em resultado do crescimento da actividade económica.

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Albuquerque garantiu também que o Executivo pretende aprofundar a redução do IRC até aos 12,6% e acompanhar medidas fiscais nacionais que possam beneficiar famílias e empresas da Região. Já quanto ao IVA, reiterou que não haverá uma nova descida enquanto não estiver assegurado o princípio da capitação. "Sem o princípio da capitação estar garantido, não vou baixar o IVA, porque não vou pôr os madeirenses a pagar", afirmou.

Na intervenção, o presidente do Governo apontou ainda a habitação, saúde e área social entre as prioridades de investimento, referindo os 80 fogos previstos para Santa Cruz, cerca de 60 milhões de euros destinados ao aumento da capacidade dos lares e a terceira fase do novo Hospital Central e Universitário da Madeira, num investimento indicado de cerca de 415 milhões.

Quanto ao início do ano lectivo, Albuquerque garantiu que as aulas arrancarão com normalidade na Região, desvalorizando as críticas sindicais, que classificou como o habitual “circense sindical”.