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Madeira

PSD quer intervenção urgente no Desembarcadouro em Machico

Vereadores defendem estudo de circulação e mobilidade para a zona; proposta foi rejeitada pelo executivo municipal

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Os vereadores do PSD na Câmara Municipal de Machico defendem uma intervenção na zona do Desembarcadouro para melhorar a circulação automóvel, disciplinar o estacionamento e reforçar as condições de circulação pedonal. A proposta apresentada pelo PSD foi rejeitada pelo Executivo na última reunião de Câmara, segundo o partido.

A proposta previa a realização, com carácter de urgência, de um estudo global de circulação e mobilidade abrangendo o Caminho da Quinta Palmeira, o Caminho do Serrado do Gato, a Rua João Paulo II e a Rua do Desembarcadouro.

Segundo os vereadores social-democratas, a zona, onde se encontram a Santa Casa da Misericórdia de Machico e o Infantário O Barquinho, tem registado um aumento da população residente e do movimento automóvel e pedonal, situação que, dizem, tem provocado constrangimentos sobretudo nas horas de maior afluência.

Entre as soluções a estudar, o PSD aponta a possibilidade de criação de sentidos únicos em determinados troços, reorganização e aumento das zonas de estacionamento, melhoria dos passeios e das travessias pedonais e reforço das condições de segurança junto aos equipamentos.

Os vereadores defendem ainda que seja estudada uma nova via rodoviária alternativa, de forma a retirar parte do tráfego dos arruamentos mais congestionados.

A proposta incluía igualmente a realização de uma sessão pública de auscultação dos moradores e das instituições locais. “A população tem de ser ouvida e fazer parte da solução”, defendem os vereadores.

O PSD refere ainda que eventuais intervenções deveriam ser articuladas com as redes de saneamento, drenagem de águas pluviais, electricidade e telecomunicações, privilegiando, quando tecnicamente possível, a instalação subterrânea das infra-estruturas.

Para os vereadores social-democratas, a Câmara Municipal deve apresentar um plano de intervenção com prioridades, estimativa de custos e calendário de execução. “O problema é conhecido, é sentido diariamente pela população e está a agravar-se”, afirma a vereação, defendendo que “é tempo de passar das palavras à acção”.