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Dr. Oz elogia "saúde espetacular" de Trump "muito meticuloso" com a sua condição

Foto OogImages / Shutterstock.com
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Mehmet Oz, um médico com grande presença nos media e atualmente responsável pelos sistemas federais de seguro de saúde nos Estados Unidos, elogiou terça-feira a "saúde espetacular" do Presidente Donald Trump.

O cirurgião e antigo apresentador de televisão sublinhou que o republicano é "muito meticuloso", quando questionado pelos jornalistas durante uma conferência de imprensa sobre o motivo pelo qual o bilionário de 79 anos realiza tantos exames médicos.

Donald Trump realizou três exames desde que regressou ao poder, em janeiro de 2025, e um em 2024, durante a campanha.

O seu antecessor, Joe Biden, fazia este exame uma vez por ano.

O último relatório médico do líder republicano, divulgado na sexta-feira à noite, refere que "continua de excelente saúde", embora lhe recomende que perca peso.

Os resultados divulgados pela Casa Branca "são espetaculares", sejam os níveis de colesterol ou a tensão arterial, salientou Mehmet Oz.

"Este nível de energia e acuidade mental não surge do nada. Requer uma fonte, e o presidente tem esta capacidade única de demonstrar uma força notável a qualquer hora do dia ou da noite", acrescentou.

Dr. Oz sugeriu ainda que Donald Trump ia ao médico com tanta frequência porque "gostava dos resultados" obtidos durante as consultas e para "garantir que tudo estava a ir na direção certa".

Donald Trump, que completa 80 anos em 14 de junho, é o presidente mais velho a tomar posse.

Tem uma marca roxa persistente na mão direita, coberta com maquilhagem, oficialmente atribuída aos "apertos de mão frequentes" combinados com "o uso de aspirina para prevenção cardiovascular".

A Casa Branca revelou ainda que Donald Trump sofre de insuficiência venosa crónica, uma condição comum e benigna.

O Presidente reduziu o ritmo das suas viagens pelos Estados Unidos em comparação com o seu primeiro mandato e tem aparecido em público com menos frequência nos últimos meses do que no início do seu segundo mandato.

No entanto, mantém um ritmo bastante acelerado de viagens internacionais e fala com os jornalistas com muito mais frequência do que o seu antecessor democrata.