“A Fan Zone é uma forma de devolver aos leitores aquilo que eles deram ao DIÁRIO durante décadas”
pouco mais de meia hora do apito inicial do Portugal-Uzbequistão, o Largo da Restauração já dava sinais de voltar a encher. Bandeiras, camisolas da selecção, famílias inteiras e grupos de amigos confirmavam que a Fan Zone promovida pelo DIÁRIO se consolida como o principal palco da festa do Mundial na Madeira.
Para Ricardo Miguel Oliveira, director-geral e editorial do DIÁRIO, esse é precisamente o propósito da iniciativa, ou seja transformar um jogo de futebol num momento de encontro entre o jornal e os madeirenses.
“Esta é uma tradição do DIÁRIO. Estar junto daqueles que gostam de festa. O Mundial e o Europeu são momentos por excelência dessa celebração e faz sentido criarmos um espaço onde todos possam viver a selecção nacional gratuitamente”, afirmou.
Mais do que um ecrã gigante, o responsável entende a Fan Zone como uma forma de retribuir a fidelidade de gerações de leitores.
“É um sinal de gratidão para todos aqueles que fizeram parte do percurso do DIÁRIO. Eles ajudaram a construir a nossa história e esta é também uma maneira de lhes devolvermos essa confiança, proporcionando momentos de convívio e de partilha”, disse no largo que junta já centenas de adeptos.
Organizada em parceria com a Câmara Municipal do Funchal e a Empresa de Cervejas da Madeira, a iniciativa voltou a atrair milhares de pessoas ao centro da cidade, assumindo-se como um dos maiores pontos de encontro para acompanhar o Mundial.
A dimensão do evento está igualmente na presença de vários órgãos de comunicação social nacionais e regionais, uma realidade que Ricardo Miguel Oliveira encara sem surpresa.
“É natural. Este é o único espaço desta dimensão no Funchal para acompanhar o Mundial e isso acaba por projectar não apenas o evento, mas também a própria cidade”, manifestou tendo também a seu lado os directores comerciais e de makerting da empresa.
Num recinto onde o nome de Cristiano Ronaldo é presença constante, o director-geral e editorial do DIÁRIO lembrou o simbolismo de acompanhar os jogos da selecção precisamente na cidade onde nasceu o capitão português.
“Apesar das críticas que por vezes surgem, Cristiano Ronaldo continua a ser um património extraordinário da Madeira e de Portugal. Muito dificilmente veremos, na nossa geração, outro jogador alcançar a dimensão internacional que ele conquistou”, atacou os criticam o craque.
Sobre o encontro frente ao Uzbequistão, deixou uma expectativa partilhada por grande parte dos adeptos presentes.
“Hoje Portugal precisa de vencer, mas sobretudo de convencer”, prognosticou.
À medida que o relógio se aproximava da hora do jogo, a praça continuava a receber adeptos, alimentando a expectativa de uma assistência superior à registada na estreia, quando mais de duas mil pessoas acompanharam a selecção nacional a partir da Fan Zone do DIÁRIO.