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Madeira

Eduardo Jesus destaca impacto turístico do Madeira Classic Car Revival

Evento automóvel regressa com exposição de clássicos na Praça do Povo

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Foto Hélder Santos / ASPRESS

A Praça do Povo voltou a transformar-se, este sábado, num autêntico museu ao ar livre com a abertura oficial de mais uma edição do Madeira Classic Car Revival, iniciativa promovida pelo Clube de Automóveis Clássicos da Madeira que reúne largas centenas de viaturas antigas, clássicas e desportivas da Região.

Na abertura, o secretário regional de Turismo, Ambiente e Cultura, Eduardo Jesus, destacou a dimensão do património automóvel existente na Madeira, considerando que o evento representa “uma forma de preservação do património” e também uma oportunidade para mostrar aos residentes e visitantes “o magnífico espólio” existente na Região.

“Há uma relação muito forte dos madeirenses com os automóveis”, afirmou o governante, sublinhando que muitos visitantes acabam surpreendidos com a quantidade e qualidade das viaturas restauradas na ilha.

Eduardo Jesus salientou ainda que a mostra tem vindo a crescer de edição para edição, quer no número de participantes, quer na diversidade de veículos expostos, incluindo automóveis, motas e bicicletas clássicas. Segundo o secretário regional, este crescimento demonstra o envolvimento dos proprietários e o empenho colocado nos processos de restauro.

“Temos neste momento uma oferta muito grande de automóveis em belíssimo estado, capazes de integrar qualquer concurso em qualquer parte do mundo”, afirmou, acrescentando que o certame funciona também como incentivo para que os proprietários continuem a investir na recuperação e preservação das viaturas.

Um dos aspectos destacados pelo tutelar da pasta do Turismo foi a preocupação da organização em atrair público mais jovem para o universo dos clássicos. Nesse sentido, considerou que a presença de supercarros na exposição tem funcionado como “um convite muito forte” para captar novas gerações e aproximá-las do património automóvel.

“Os miúdos não estão muito vocacionados para carros do século passado”, reconheceu, defendendo, no entanto, que a conjugação entre modelos clássicos e viaturas mais modernas ajuda a despertar o interesse dos mais novos e a garantir continuidade futura à preservação deste património.