Mais de 218 mil eleitores inscritos para votar hoje antecipadamente
Mais de 218 mil eleitores estão inscritos para votar hoje antecipadamente nas eleições presidenciais do próximo domingo, podendo exercer o direito de voto no município escolhido.
Dados provisórios da Secretaria-Geral do Ministério da Administração Interna (SGMAI) indicam que são 218.481 eleitores recenseados no território nacional que se inscreveram, na última semana, no voto antecipado em mobilidade e que vão hoje às urnas abertas nos municípios do continente e das regiões autónomas dos Açores e da Madeira.
A primeira vez em que houve mesas de voto antecipado em todos os concelhos do país foi nas presidenciais de janeiro de 2021, em plena pandemia de covid-19 em Portugal. Naquela altura, inscreveram-se para votar antecipadamente em mobilidade 246.922 eleitores.
Os eleitores devem dirigir-se hoje à mesa de voto no município por si escolhido, aquando da sua inscrição, identificar-se e indicar a freguesia onde estão recenseados. Após terem votado, é-lhes entregue o duplicado da vinheta de segurança que serve de comprovativo do exercício do direito de voto.
Caso um eleitor tenha se inscrito para votar hoje, mas não consiga fazê-lo, pode exercer o seu direito de voto no próximo domingo na assembleia ou secção de voto em que se encontra recenseado.
Entre os eleitores que escolheram votar hoje está o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa
Cerca de 11 milhões de eleitores residentes em Portugal e no estrangeiro estão recenseados para votar nas eleições presidenciais de 18 de janeiro e em que concorrem 11 candidatos, um número recorde.
Os candidatos são Gouveia e Melo, Luís Marques Mendes (apoiado pelo PSD e CDS), António Filipe (apoiado pelo PCP), Catarina Martins (Bloco de Esquerda), António José Seguro (apoiado pelo PS), o pintor Humberto Correia, o sindicalista André Pestana, Jorge Pinto (apoiado pelo Livre), Cotrim Figueiredo (apoiado pela Iniciativa Liberal), André Ventura (apoiado pelo Chega) e o músico Manuel João Vieira.
O vencedor deste sufrágio vai suceder a Marcelo Rebelo de Sousa, eleito em 2016 e que termina o seu mandato em março.
Caso nenhum dos candidatos tenha maioria absoluta, haverá uma segunda volta em 08 de fevereiro, à qual concorrerão apenas os dois candidatos mais votados.