Andy Diaz volta a superar Pedro Pichardo, agora na Liga de Diamante
O italiano Andy Diaz voltou hoje a bater o português Pedro Pablo Pichardo, na final do triplo salto da Liga de Diamante, em Bruxelas, superando o rival também nascido em Cuba por 23 centímetros.
O medalha de bronze em Paris2024 e recente campeão da Europa, com 8,15 metros, a melhor marca do ano, impôs-se com 17,74 metros, logo ao primeiro ensaio, enquanto Pichardo, vice-campeão olímpico em França e ouro em Tóquio2020, concluiu com 17,51, na derradeira tentativa: o jamaicano Jordan Scott foi bronze, com 17,18.
Dias após fixar o recorde do mundo dos 100 metros barreiras em 12,09, a campeã olímpica Masai Russell venceu em 12,20, com a norte-americana a deixar para trás Devynne Charlton, das Bahamas, a 13 centésimos, e a jamaicana Megan Simmonds, a 23.
Nos 800 metros, final emocionante com a suíça campeã europeia Audrey Werro a ganhar em 1.54,75, por escassos seis centésimos sobre a neerlandesa Femke Bol, com quatro medalhas olímpicas e três títulos mundiais, mas nos 400, enquanto a etíope Saida Tsehaye foi terceira, mais distante, em 1.57,57.
Dias depois de fixar o recorde do mundo dos 400 metros barreiras em 45,80, o brasileiro Alison dos Santos, bronze em Tóquio2020 e Paris2024, celebrou o êxito em 46,70, seguido do norte-americano Trevor Bassit, a 33 centésimos, e do compatriota Matheus Lima, a 48.
Nos 200 metros, o vice-campeão olímpico em Tóquio2020 e Paris2024, o norte-americano Kenneth Bednarek triunfou em 19,62, a melhor marca do ano, à frente do sul-africano Sinesipho Dambile, a 27 centésimos, e do zimbabueano Makanakaishe Charamba, a 37.
Nos 5.000, Birhany Balew, do Bahrein, ganhou em 12.45,70, deixando para trás Egide Ntakarutimana, do Burundi, a 1,03 segundos, e Cornelius Kemboi, do Quénia, a 1,59.
Nos 3.000, o marroquino bicampeão olímpico Soufiane El Bakkali tem a melhor marca do ano, mas foi batido pelo etíope Gemechu Godana, com 8.08,67, 1,36 segundos mais rápido, com o queniano Simon Koech foi terceiro, em 8.11,15.
No lançamento do peso, o jamaicano Rajindra Campbell, bronze em Paris2024, impôs-se em 23,08, o melhor registo de 2026, superando os norte americanos Jordan Geist, com 22,23, e Joe Kovacs, prata olímpica no Rio2016, Tóquio2020 e Paris2024, com 22,09.
No dardo, êxito para Rumesh Pathirage, do Sri-Lanka, com 89,04, lançando mais longe do que o polaco Dawid Wegner, com 87,47, enquanto o campeão do mundo e olímpico em Londres2012, Keshorn Walcott, de Trinidad e Tobago, foi terceiro, com 83,99.
Nas mulheres, a jamaicana Tina Clayton festejou nos 100 metros, em 10,93 segundos, deixando a britânica campeã europeia Amy Hunt em segundo, com 11,06, e a norte-americana vice-campeã olímpica Sha'Carri Richardson em terceiro, com 11,09.
Nos 400, a campeã olímpica Marileidy Paulino, da República Dominicana, ganhou em 48,64, à frente da norueguesa Henriette Jaeger, com 49,20, e a jamaicana Nickisha Pryce, com 49,36.
Nos 1.500, surpresa com a polaca Klaudia Kazimierska a fazer a melhor marca de 2026, em 3.54,05, superando a queniana vice-campeã do mundo Dorcus Ewoi, por 67 centésimos, e a australiana vice-campeã olímpica Jessica Hull, a 68.
Monae Nichols saltou mais longe no comprimento, a 6,91 metros, mais cinco centímetros do que a italiana campeã da americana Claire Bryant, numa prova na qual a portuguesa Agate de Sousa foi sexta, com 6,33.
No salto em altura, a australiana bronze olímpico Eleanor Patterson venceu com 2,01 metros, mais dois centímetros do que a ucraniana campeã olímpica Yaroslava Mahuchikh, com 1,99, e compatriota Nicola Olyslagers, prata em Paris2024, com 1,95.
No lançamento de dardo, a chinesa Yan Ziyi tem a melhor marca do ano e impôs-se com 68,42 metros, batendo a japonesa campeã olímpica Haruka Kitaguchi, com 65,44, num pódio completo com a colombiana Flor Hurtado, com 64,07.
No salto com vara, triunfo para a norte-americana Hana Moll, com 4,91 metros, seguido da suíça Angelica Moser, com 4,80, com a eslovena Tina Sutej, terceira, com 4.70.