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Madeira

Grutas há seis anos à espera de estudos e planos de segurança

Veja o estado em que se encontra o centro de vulcanismo de São Vicente que atraía 150 mil visitantes por ano

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Fotos Hélder Santos/ASPRESS

Na sombra das árvores da Vereda do Passinho, à entrada do caminho para o Centro de Vulcanismo da Madeira, há um posto de vigilância que não consta de nenhum mapa turístico. Não tem farda, bilheteira ou horário. Tem dois Joões. “Estamos aqui todos os dias. Somos os vigilantes das grutas”, apresentam-se João Teixeira e João Rodrigues, homens da terra, reformados e testemunhas de um tempo em que aquelas grutas enchiam São Vicente de turistas. Hoje, vigiam sobretudo uma porta fechada.

A Câmara Municipal de São Vicente pediu estudos de avaliação das condições de segurança da ponte pedonal de acesso ao Centro de Vulcanismo da Madeira e está a elaborar um plano de emergência para as grutas, encerradas há seis anos desde que foram detectadas fissuras no interior da estrutura vulcânica. O autarca reconhece que aquele património tem um elevado interesse turístico e impacto na economia local, mas admite reabrir o espaço apenas quando estiverem salvaguardadas todas as condições de segurança.

Estes são trechos da reportagem que pode ler na íntegra na edição impressa do DIÁRIO, com fotos de Hélder Santos/ASPRESS.

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