Chega apela ao reforço de profissionais no Centro de Saúde do Campanário
O Chega Ribeira Brava refere, em nota de imprensa, que tem recebido relatos de utentes que manifestam preocupação com o funcionamento do Centro de Saúde de Campanário, nomeadamente e relativamente à disponibilidade de médicos, enfermeiros e profissionais administrativos.
As preocupações transmitidas apontam para dificuldades no atendimento e para uma possível insuficiência de recursos humanos para o assegurar, com normalidade, a resposta necessária à população.
Roberto Gonçalves e Renata Rocha, do Chega Ribeira Brava, entendem, perante os relatos, que esta é uma questão que merece uma imediata intervenção da tutela, bem como um cabalesclarecimento institucional e respectivo acompanhamento político.
"É importante deixar uma coisa muito clara: esta posição não é uma crítica aos profissionais que trabalham no Centro de Saúde de Campanário, antes pelo contrário, sabemos que médicos, enfermeiros, assistentes técnicos e demais funcionários fazem diariamente um enorme esforço para conseguirem responder às enumeras necessidades da população. O que questionamos é se lhes estão a ser dadas todas as condições e todos os meios necessários para o desempenho das suas funções", disse Roberto Gonçalves.
Renata Rocha considera que "a população do Campanário não pode ser esquecida quando falamos de acesso aos cuidados de Saúde. As pessoas têm direito a saber se os recursos existentes são suficientes e, caso não sejam, que medidas estão previstas para corrigir a situação, bem como quando ficará resolvida."
O partido defende que as entidades responsáveis devem esclarecer quais são actualmente osrecursos humanos afetos à unidade de saúde e se estão previstas medidas para reforçar onúmero de médicos, enfermeiros e assistentes técnicos.
"Não queremos transformar esta questão num ataque aos profissionais. Queremos precisamenteo contrário, garantir que quem está diariamente a trabalhar no Centro de Saúde tenha condições para prestar o melhor serviço possível à população", acrescentou Roberto Gonçalves.
A terminar, para o Chega, a Saúde de proximidade não pode funcionar com base no "esforço extraordinário de quem está no terreno. Os profissionais merecem condições de trabalho adequadas e os utentes merecem uma resposta célere, digna e de qualidade."