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Madeira

Região investe 3,7 milhões no Centro de Saúde de São Vicente sem apoio do PRR

Obra perdeu comparticipação de 85% do programa europeu e será integralmente financiada pelo Orçamento Regional; conclusão prevista para o Verão de 2027

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O Governo Regional avançou com a reabilitação do Centro de Saúde de São Vicente, num investimento de 3,717 milhões de euros (IVA incluído), integralmente suportado pelo Orçamento Regional, depois de a obra ter perdido a possibilidade de beneficiar dos 85% de financiamento previstos pelo PRR. A empreitada, a cargo da RIM – Engenharia e Construções, deverá estar concluída no final do Verão de 2027, garantiu o secretário regional dos Equipamentos e Infraestruturas, Pedro Rodrigues, durante uma visita à unidade, no início da tarde desta segunda-feira.

A obra de beneficiação e implementação de medidas de melhoria energética inclui a reabilitação das fachadas e o isolamento das coberturas, reforço das impermeabilizações, introdução de isolamento térmico, substituição dos sistemas de iluminação, instalação de sistemas solares térmicos e recuperação de acabamentos interiores danificados. As medidas deverão permitir elevar a classificação energética do edifício de F para A+ e reduzir em mais de 50% o consumo de energia.

Segundo o secretário regional dos Equipamentos e Infraestruturas, a obra visa corrigir patologias identificadas há vários anos e melhorar as condições de conforto e de trabalho na unidade. Apesar dos trabalhos, não está prevista a suspensão de serviços ou especialidades. Poderão, contudo, ocorrer condicionamentos pontuais em alguns gabinetes, articulados com o SESARAM, para minimizar o impacto no atendimento aos utentes.

Estamos aqui também para colaborar com o SESARAM, em alguma transposição de serviços de um sítio para o outro, para que possamos fazer a obra com o menor transtorno possível. Pedro Rodrigues

Durante o próximo ano, os utentes e profissionais terão, contudo, de conviver com o ruído e os constrangimentos inerentes à execução dos trabalhos. A expectativa do Governo Regional é que, concluída a intervenção, a unidade de saúde apresente melhores condições de conforto, eficiência energética e funcionalidade.