CHEGA acusa Governo de falhar na proteção da família, da natalidade e da maternidade
O deputado do CHEGA, Francisco Gomes, acusou o Governo da República de continuar a negligenciar a defesa da família portuguesa, criticando a ausência de políticas públicas de apoio à natalidade, à maternidade e às famílias que trabalham e sustentam o país.
Segundo o parlamentar, "o executivo de Luís Montenegro tem sucessivamente inviabilizado e votado contra iniciativas apresentadas pelo CHEGA destinadas a reforçar a proteção das famílias, apontando como exemplos a prioridade no acesso às creches para filhos de pais trabalhadores e a criação de benefícios fiscais para agregados familiares com dois ou mais filhos".
O governo fala muito da família, mas quando chega a hora de votar medidas concretas para a proteger, chumba-as. É um discurso vazio, sem qualquer correspondência na acção política. Quem trabalha, cria filhos e sustenta Portugal continua esquecido". Francisco Gomes
Segundo nota à imprensa, o deputado defende que "Portugal enfrenta uma grave crise demográfica e que o país necessita de uma estratégia nacional séria para incentivar a natalidade e travar o que diz ser um processo de substituição populacional em curso".
Está em curso um processo de substituição populacional que coloca em causa o futuro demográfico, social e cultural de Portugal. O Estado devia estar concentrado em apoiar as famílias portuguesas, incentivar a natalidade e criar condições para que os jovens possam constituir família e ter filhos". Francisco Gomes
Francisco Gomes considera igualmente indispensável "reforçar a protecção das mulheres grávidas no contexto laboral, garantindo que a maternidade não seja motivo de discriminação profissional nem de perda de oportunidades".
Nenhuma mulher deve ser penalizada por decidir ser mãe. Um país que não protege a maternidade está a comprometer o seu próprio futuro e a falhar no dever de defender a vida e a família natural". Francisco Gomes
O parlamentar reiterou ainda que, na visão política do CHEGA, "a família constitui o principal pilar da organização social e merece uma proteção reforçada".
E concluiu: "A família natural, formada por um homem e uma mulher, é a célula fundamental da sociedade e o principal espaço de educação e desenvolvimento humano. O CHEGA tudo fará para que essa realidade seja respeitada e protegida, mesmo perante modas ideológicas e tendências aberrantes que procuram desvalorizar a família e relativizar o valor da vida humana".