“A luta continua” e na Madeira “vamos derrotar o populista choramingas”
“Madeira és livre e livre serás” embalou o início da intervenção do presidente do PSD-Madeira na festa do Chão da Lagoa. Miguel Albuquerque, também aos salto, por “ser da jota”, lembrou a celebração dos 50 anos da autonomia política, da conquista, da luta, de combate político em prol do povo, dos madeirenses e da Madeira.
Albuquerque disse ser importante invocar os militantes do partido, os que nunca recuaram contra as ameaças, na defesa da Madeira, da autonomia, do desenvolvimento e das futuras gerações.
Palavras também para os TSD – “somos um partido de trabalhadores”, aos autarcas, aos deputados no parlamento madeirenses – “base e alicerce da autonomia, da democracia, da vontade do povo” -, a todos os governantes dos últimos 50 anos, - “quero invocar aqui hoje a imagem e a figura do Dr. Alberto João Jardim” – frase muito aplaudida – e demais governantes.
“A Madeira não é uma ilha, é uma alma no Mundo” e, na sequência da firmação, dirigiu um abraço aos emigrantes.
O partido, diz Albuquerque vai na terceira geração de autonomistas, o eu tem passado pela ligação entre gerações, dirigindo a esse propósito, um abraço à Jota.
“Hoje estamos aqui para celebrar 50 anos maravilhosos” de autonomia, de conquistas, de desenvolvimento o que muito orgulha o PSD-M.
A obra realizada e que continua todos os dias continua. Na celebração dos 50 anos “a luta continua, nós vamos continuar a lutar. A luta continua porque o PSD está “aqui para defender a Madeira em todas as circunstâncias. A Madeira precisamos de mais desenvolvimento, precisamos de ter mais capacidade.
Aqui na Madeira luta continua. Os madeirenses têm de ser tratados como cidadãos de Madeira. Não admitimos ser discriminados. O PSD quer uma lei de Finanças que não discrimine a Madeira.
“Vamos resolver os dossiers pendentes com a República”, como assumir os custos e sobrecustos da saúde e da educação da protecção civil. A República tem de rever a Lei das Finanças regionais, que discrimina e nem Fundo de Coesão temos direito.
Tem de resolver os problemas da mobilidade, que não funciona.
A Constituição tem de ser revista, com mais capacidade legislativa para a Madeira. Não precisamos que seja a República tratar dos nossos problemas, queremos capacidade de os resolver.
Estabelecemos ligações ao Governo nacional, para sermos tratados com respeito e consideração. Albuquerque deixou uma pelo À República para que olha para a Madeira com respeito, porque “os madeirenses e porto-santenses são cidadãos de primeira”.
Mas a luta continua também na Madeira. “Não temos receio de combater os partidos da oposição”.
“Durante 50 anos derrotámos o socialismo e comunismo e agora vamos derrotar o populista histérico e populista choramingas”.